quarta-feira, 23 de março de 2011

Vamos a votos, sim!

 


Os barões e senadores socialistas (e como eles são muitos e com tanta “voz” ao fim de décadas de “caminho para o socialismo”), vêm fazendo apelos bombásticos à responsabilidade “dos partidos” (do PSD, subentendido) chantageando com as consequências trágicas duma crise política. Eles não querem largar o poleiro, querem mais tempo para encobrirem as trapalhadas que fizeram, com outras borradas. Tragédia, meus senhores, foi a situação a que chegámos com José Sócrates, que só poderá piorar se o povo se ver inibido de sancionar um governo incompetente e fraco que em tudo o ludibriou. Essa é que seria uma verdadeira tragédia.

8 comentários:

  1. Ontem notei apelos vindos de diferentes origens, e não apenas de socialistas, visando essa finalidade: Portugal não se sujeitar (independentemente do sujeito expressando-se em inglês técnico que lá irá aparecer) a uma situação absolutamente crítica e expondo-se ao maior ridículo no Conselho Europeu que vai ocorrer.

    Eleições, sim, logo que seja ultrapassada esta fase extremamente penosa, é o que eu também desejo.

     

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  2. Caro João:

    Serão 55 dias de "shredding sessions", mas serão suficientes???
    Lamento que o PSD não seja melhor... Mas se for verdadeiramente mau, aí teremos o pior dos cenários... O abrir caminho para uma ditadura e um "ismo" qualquer...

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  3. Eanes, Joaquim Aguiar, Ângelo Correia acabam de ser promovidos a barões socialistas...

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  4. É de lembrar que este governo está a governar porque durante a campanha eleitoral disse ao pais que não havia crise e não havia aumentos de impostos. 
    A escalada de obrigações impostas por este governo ao povo, obriga a que haja eleições.

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  5. E o que fizeram os barões Santana Lopes, P Portas, Dias Loureiro, Isaltino Morais, Lima Duarte, etc., quando tiveram no poleiro? Desgraças só desgraças e hoje apontam o dedo aos outros coitado do PSD e do franganote Passos Coelheira!!

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  6. Hoje o socialismo e a constituição de 1976 faliram - nos sentidos literal e jurídico do termo.

    Da mesma forma que Cunhal percebeu em fim de vida que o comunismo falira, Soares e Sampaio também perceberam  que o socialismo-maçónico também não é economicamente viável.

    E por isso, os patéticos apelos a Cavaco. De calças na mão, sem honra ou amor-próprio. Em desgrenhado desespero. Como Jacinto Galeão a acudir ao incêndio...

    Hoje o regime muda. Sem revolução  política ou social, que a malta é mansa, mas apenas porque o regime é economicamente inviável. O regime muda porque não há dinheiro. Ponto final.

    Deixamos de comer carne, não por passarmos a ser  vegetarianos, mas porque não temos dinheiro para a comprar. Mas a dieta muda. Ponto final.

    As condições que os Credores vão impôr afastam a vivência portuguesa no futuro imediato de qualquer semelhança com o regime patrocinado pela Constituição "mais avançada do mundo". Não é preciso revisão constitucional. A Constituição, pura e simplesmente não pode ser aplicada por insuficiência de fundos. Cai em desuso.

    Pelo que se está a passar na AR acho que a malta do PSD (e do PC e do Bloco, ainda menos) ainda não perceberam a  plenitude do fenómeno.

    Por mim tudo bem. Com o que pago de impostos é difícil que eu possa ficar pior.

     Nem me importava de ter um gestor alemão  contratado como Ministro das Finanças. Enfim, um tipo que não se enganasse tantas vezes nas contas. Até podia ser português. O importante é que não se enganasse nas contas...

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  7. Só para ti contaram que Ariclenes Venâncio Martins esteve no governo.

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