Há já algumas semanas que a televisão enche os horários infantis de ardilosos anúncios sobre brinquedos a envenenar a cabeça do meu petiz de três anos, que a dois meses do Natal não cabe em si de ansiedade. Bem gostava eu de o poder proteger disto tudo e do grotesco velho das barbas brancas que se apoderou da festa do Nascimento de Cristo. É que o sofrego laicismo vigente tritura e transforma cada festa ou tradição num feérico Carnaval de schopping center. Façam bom proveito!
O Pai Natal não é groteso, coitadinho. Os materialistas é que são grotescos. O Pai Natal é um simpático velhinho, comilão, mas acho que este Natal só vai comer bolacha maria e leitinho magro...
ResponderEliminarBem, a questão daria discussão sem quartel. Não misturo Deus com religião, porém, não me parece que o objectivo do post do autor tenha tido significado outro senão este: numa azáfama em que incorrem os materialistas, que se afligem «porque ainda não comprei a prenda para não sei quem», seria interessante saber quantos incorrem nessa correria para não deixar de rezar ou pelo menos uma vez por dia, pensar em Deus, em Cristo, e toda a «malta» dele? Ou até para comprar uma prenda a Jesus? Apesar deste se contentar com um simples «Olá»....
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ResponderEliminarestava quivocado
é dar agora ao miudo
que durante anos não vai ver nada
Vai sendo altura de começarmos a preparar o presépio deste ano. No ano passado, o meu foi assim:
ResponderEliminarhttp://jose-catarino.blogspot.com/search?q=pres%C3%A9pio
Ou seja, julgo ter percebido a sua mensagem: Deus é o culpado de tudo, não é? Graças a ele, há pessoas com filhos e netos, há adultos que podiam incutir sensibilidade e amor no próximo, em vez de desperdiçarem o se tempo em ensinar aos mesmos a culpa que nunca é de cada um mas de Deus.
ResponderEliminarLeia a Bíblia, reflicta, medite, e digo-lho em termos sumários, porque de cépticos está o mundo cheio, e nunca vi um céptico ser mais feliz que um crente.
Que pena! Se fosse a si nem sequer fazia o presépio para os seus netos. Festeje o Carnaval, em vez! Prepare a candeia...que a luz não parece que esteja instalada por aí. Mas sempre se alumia no seu mundo, onde se registam anedotas a Maria de Madalena. Sempre se vai rindo até ao dia que se vir aflito. Não tema, porém, que o tal Deus que é responsável pelo mal do mundo, e que os homens com esse vigor de língua e perspicácia e visão não conseguem deter, vai lembrar-se de si, a seu tempo.
ResponderEliminarE curiosamente todos esses donos, directores e accionistas das grandes superfícies, hipermercados e outras lojas de tarecos, são quase todos na sua maioria «cristãos», ou mais concretamente «católicos»....mas o que eles adoram mesmo é o Bezerro de Oiro!
Caro José Catarino: esse é sem dúvida o melhor antídoto ao delírio que por aí vai crescendo: dar protagonismo ao Menino Jesus.
ResponderEliminarUma honra lê-lo por aqui.
Para quem me não conhece, tantos juízos de valor, tantos conselhos! Muito obrigado, recordo apenas isto (e cito de memória): Não julgueis se não quereis ser julgados.
ResponderEliminarNão o julguei. Constatei dois factos, o que é diferente. Esses facto foram: a) remissão para um site onde se lê um texto que fala de per se; b) remissão para uma anedota, cujo conteúdo esqueci de imediato.
ResponderEliminarSe, porém, entende a minha intervenção como um julgamento, como haverei, então, de qualificar a sua? A que se deve a remissão para o seu site?
Na parte que me tange, dispenso conhecer a forma como passou o Natal o ano passado e até como fez o presépio.
Folgo em saber que, afinal, a leitura de algumas máximas cristãs são do seu conhecimento e perduram na sua memória. O livre arbítrio é seu, siga o caminho que entender.
O que é mesmo preciso é uma lei da publicidade que impeça os excessos praticados na época pré-natalícia. Os miúdos e os pais são bombardeados com verdadeiras campanhas de incentivo ao consumo.
ResponderEliminarPara cada pacote de desenhos animados, uma injecção de publicidade a brinquedos. Em época de crise então, só pode dar muito choro e ranger de dentes...