Se ainda não foi, ainda vai a tempo de dar um saltinho ao supermercado para ajudar a encher um carrinho de compras para o Banco Alimentar Contra a Fome: por estes dias de crise, este é um desafio que todos temos de assumir com redobrado esforço, pois constitui cada indivíduo o primeiro e último reduto da responsabilidade social, e do inegligenciável amor ao próximo. Se a atenção aos mais desfavorecidos não for uma descoberta no coração de cada um, não há futuro nem caminho para a comunidade a que pertencemos. Nestes dias particularmente duros compete-nos a todos uma resposta redobrada ás carências do nosso semelhante, agindo com magnanimidade nesta campanha. Mais, os tempos que aí vêm reclamam uma adesão firme ao chamamento que inevitavelmente se acentuará oriundo das paróquias e associações que são acolhimento dos mais desesperados casos de carência material e sofrimento psicológico. O desafio principal deste socorro pertence e pertencerá a cada um de nós, e não é transmissível a qualquer entidade abstracta, cega e distante da realidade que está no nosso bairro, à nossa porta, à frente dos nossos olhos. Tempos de excepção desafiam Homens excepcionais, na caridade e na entrega tanto quando dispensam decretos e demagogias.
Excelente texto para uma excelente ideia, esta do Banco Alimentar.
ResponderEliminarMarquesa de Carabás
Obrigado, Senhora marquesa. :-)
ResponderEliminarSim. A Humanidade bem que podia dispensar decretos e demagogias, só que o interesse do Homem, esse ser de interesses, já tão conhecido dos nossos Antigos Gregos, não deixa a Comunidade conduzir-se sem o decreto nem a política sem a demagogia.
ResponderEliminarA generosidade, a caridade, a santificação do dia sequer tem de ser apregoada. Tem é de ser praticada, e quanto mais escondida for melhor. Parece que Deus dá mais crédito aos que assim fazem e lhes diminui nos fardos que carregam de uma existência para a outra. A porta não se tornará estreita para quem assim actua.
é muito meritório, sem dúvida...
ResponderEliminare sempre arredonda para cima as contas dos "merceeiros"...