Reza a lenda que ter sorte era condição essencial para se ser general de Napoleão. Não há dúvida que a selecção portuguesa não fez hoje muito para merecer os dois golaços de Nani, mas também é verdade que a partir daí, em vez de recuar queirosmente, manteve o ritmo de jogo e o perigo de ataque. Mesmo perante a sorte dos dinamarqueses com o golo contra de Ricardo Carvalho, em vez de se acautelar à defesa, continuou a pressionar, com bons resultados. Paulo Bento pode ter tido a sorte do jogo, mas como é bom voltar a ver Portugal a jogar solto, sem medo, com confiança e alegria. E, sobretudo, sem o pior do futebol, que são os "intelectualismos", tácticas, esquemas e demais pomposidades à Carlos Queirós.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Um treinador que nos dá sorte
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Xoninhas
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Portantos! Um amuleto! Ponhamo-lo na Assembleia já! Ou à porta de Portugal.
ResponderEliminaré contratá-lo para 1ºministro
ResponderEliminarse estiver com sorte
mas depois de contratado
fica logo com azar
E sempre com tranquilidade Duarte!
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