quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Gostos discutem-se… cem anos depois

 


Pois é caro Duarte: um amigo meu afirma-me com convicção que, tendo em conta o património literário já consagrado e a nossa longevidade média, tirando ensaios e estudos indispensáveis para a nossa actividade profissional, ser do mais basilar bom senso não se perder tempo com obras com menos de cem anos de publicação.

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