terça-feira, 13 de julho de 2010

Lisboa não é negócio

 


Bem avisava o sr. Fazenda

4 comentários:

  1. É um negócio e a prova disso era a pouca vergonha dos terrenos de Entre Campos. 

    ResponderEliminar
  2. Comentário de JCD no Blasfémias13 de julho de 2010 às 19:38

    (...) tudo indica que saiu a sorte grande à Bragaparques.

    Repara: indemnizações, reposição da situação anterior à permuta, gastos já efectuados nas demolições em Entrecampos, rendas perdidas, juros e tudo o mais…

    Quem achas que vai pagar:

    1. José Sá Fernandes
    2. Os lisboetas
    3. Os contribuintes portugueses.

    ResponderEliminar
  3. O João Távora subscreve mesmo o texto escrito no Blasfémias?
    Vejamos, a Câmara faz um negócio com a Bragaparques permutando o terreno do Parque Mayer, com edificabilidade limitada e restrições edificatórias mercê da proximidade do Teatro Capitólio (que é um edifício classificado), do Jardim Botânico, do Museu da Ciência e da estação meteorológica que neste se encontra instalado, de difícil acesso e topografia limitativa, por um terreno em plena Avenida da República, com edificabilidade de umas centenas de milhar de metros quadrados (fazendo contas de cabeça). O que é que a Câmara perde com isto? Milhões de euros.
    Entretanto a Câmara tenta, e até ver consegue, desfazer um negócio na qual era lesada, garantindo ao mesmo tempo, através de um Plano de Pormenor, que, caso não adquira ou exproprie os terrenos do Parque Mayer, a edificabilidade é a ajustada para a zona.
    Além disso, as expropriações são pagas segundo uma avaliação feita pelas duas partes, tentando chegar a um valor justo.
    Acredita mesmo que o sector público tem de fazer maus negócios só para alimentar o sector privado? Eu prefiro que o sector público tome bem conta do seu (e nosso) património em vez de cair em patranhas.

    ResponderEliminar
  4. ...para nem sequer tecermos considerações acerca daquilo que poderia ser construído em Entre Campos. A vermos pelo Corte Inglês, calcula-se! Nisto, a CML esteve bem, embora desconheça os meandros da questão. Aparentemente, parece que agiu em conformidade, até porque aquele terreno esteve muito tempo reservado para o usufruto da população. Para quê entregá-lo aos BES, Bragaparques, terciário e mamarrachos pseudo-arquitectónicos em que o regime é exímio? 

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...