quarta-feira, 30 de junho de 2010

Out of África

 



 


Recebido por mail, de autor desconhecido

10 comentários:

  1. Em abono da verdade nem sequer deviamos ter lá entrado mas enfim...

    ResponderEliminar
  2. Sete posts sobre o mesmo assunto.

    E depois queixam-se...

    ResponderEliminar
  3. Africa, em inglês,  não tem acento.

    ResponderEliminar

  4. Caro João Távora:
    Foi assim e continua a ser assim.
    Tenho uma vaga ideia do filme. havia um bem-disposto que morria de doença e um avião a desaparecer no horizonte, com o sol poente.
    Muito romântico. Muito mais do que os nossos insucessos - o de ontem e o de agora (esse que vai de há cem anos atrás até ao suspiro final).

    ResponderEliminar
  5. Retirando assuntos que versem sobre o SCP , não faço comentários sobre o futebol, abro aqui uma única excepção, pois não entendo primeiro a euforia vivida desabridamente e depois a depressão profunda actualmente reinante. Carlos Queiróz como treinador de primeiro plano em futebol sénior conquistou o quê, passo a enumerar, foi um banal treinador no médio oriente, teve uma passagem medíocre pela selecção sul africana, foi despedido em menos de um ano sem apelo e sem perdão do Real Madrid e conseguiu desbaratar uma vantagem pontual, que virtualmente até com o roupeiro da altura como treinador faria do SCP campeão, , posto tudo isto, os apaixonados do futebol que tudo conhecem e tudo sabem e discutem, estavam à espera de quê.

    ResponderEliminar
  6. Eu por acaso, entendo que devíamos lá ter entrado.
    No entanto, os retrados na imagem deviam lá ter ficado.

    ResponderEliminar
  7. Marquesa de Carabás30 de junho de 2010 às 23:44

    caro Nuno,

    Claro que deviamos. Só para ter o prazer de ver este filme: a ternura do olhar de um. O horizonte no olhar do outro...desculpe mas tenho que me retirar de imediato: é a comoção!
    Estas imagens enchem-me de comoção. Se agora passasse a avionete por cima, acho que até vertia uma lágrima.

    Deixe lá...o déficit e a crise, seguem dentro de momentos, seguramente. Enquanto isso, ficam-nos estas imagens de puro "enlevo".

    pena que não tenham passado a ficha técnica e ligado o som. Seria uma surpresa:
    Eduardo: Segurança
    Deco: cenários
    Cristiano Ronaldo: entretainer
    ...



    Cumprimentos,


    Marquesa de Carabás

    ResponderEliminar
  8. Preclara Merquesa.

    A mim que sou um adepto do desporto rei, custam-me as fraudes a engolir tanto no futebol como em tudo na vida.

    Não é o sabor da derrota que me indigna, é sim a sensação que fica que poderia a selecção ter feito bem melhor não fosse ter caído num logro chamado Carlos Queirós.

    Eu não sei se a digníssima Marquesa acompanha com afinco as actividades lúdicas que envolvem 22 marialvas atrás de uma bola com outros 4 que fazem o papel de Deus no campo, aquilo tem a sua ciência, envolve um estudo cuidado sobre o adversário, mas acima de tudo envolve ganhar o que implica que a bola penetre as redes.

    Quando uma equipa joga para o empate, a nuance que exemplifico acima falha, valha-nos a providência que meteu o Eduardo no papel de Pedro o apóstolo a guardar as redes da selecção, teria sido grande a humilhação não fosse o distinto guardião.

    Eu propunha substituir Queirós por D Nuno Alvares Pereira, e propunha substituir o clássico 4x4x2 ou 4x3x3 pela moderna táctica do quadrado; foi assim em Aljubarrota e podia ter sido de igual forma em Cape Town, esta gente não aprende...

    Cumprimentos distinta Marquesa.

    ResponderEliminar
  9. Marquesa de Carabás1 de julho de 2010 às 12:07

    Pois tem razão caro Nuno,

    Eu acompanho o mínimo que me é possível, tais actividades lúdicas. Ele é a transpiração o esguedelhamento, a gritaria. Uma descompustura total. Atrás de um elemento completamente instável, pelo simples facto de ser esférico.
    Pelo menos, desde o tempo do Sebastião Lucas da Fonseca, esse ilustrissimo exemplo,  na arte de bem rodar o calcanhar na canela alheia.


    Cumprimentos,



    Marquesa de Carabás






    ResponderEliminar
  10. É o resultado da vuvuzela, deu "vovagem"!!!

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...