terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Discos da minha vida – 78

 



 


Selling England by the Pound


 Genesis


 Charisma - 1973

9 comentários:

  1. Curiosamente foi um dos (muitos) LPs que perdi ao longo dos tempos e por coincidência ainda ontem fiz o download do álbum no iTunes.
    Coisas dos 54 anos de idade...

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  2. Um dos discos da minha vida, também. Hesito entre este e o "The lamb lies down on broadway", como o melhor dos Genesis.

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  3. Eu incluo o Foxtrot: são três discos de culto, obrigatórios.

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  4. A mais recente remasterização está magnifica, caro Fernando.

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  5. Caro João Távora, concordo consigo e digo mais: o Nursery Cryme, só pelo facto de ter uma música como "The Musical Box", merece no mínimo uma menção honrosa.

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  6. Concordo consigo caro João. The Musical Box é um hino, e Nursery Cryme um belo disco.

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  7. E há o "A trick of the tail", já com o Collins como vocalista.

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  8. Caro João,

    Permita-me a imodéstia, mas considero-me catedrático em "Genesis", matéria que presidiu às minhas preocupações existenciais durante décadas.

    Como terá sucedido com muita gente, o "Selling England" foi o meu primeiro disco da banda, sendo que, ao longo dos anos, construí uma discografia sobre eles que dificilmente terá melhor em Portugal (desafio, por exemplo, que alguém me apresente uma colecção melhor do que a minha de Anthony Phillips).

    Posto isto, para lhe dizer que, para mim, os melhores discos dos Genesis não são exactamente os do período do Gabriel (essencialmente, um chato de quem a banda se viu livre em 74), mas da primeira fase do Collins.

    Assim, diria que os melhores são:

    1. Selling England (ainda com o Gabriel, mas um album típico do Banks e do Rutherford, a alma mater dos Genesis) e Wind and Wuthering (ex-aequo);

    2. A trick of the tail;

    3. And then there were three;

    4. Genesis;

    5. Foxtrot;

    6. The lamb lies down;

    e por aí em diante.

    Abç.,

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  9. que pecado... o Peter Gabriel um chato... São gostos, lá isso são, mas retirar o mérito a um músico que se está sempre a reinventar como o Gabriel é algo que eu não conseguiria fazer. Duvido, sinceramente, que uma obra-prima como o Lamb Lies fosse possível sem ele (até porque a história é dele). É só e apenas o álbum menos datado dos Genesis. Para mim, chato seria o Phill Collins a cantar. Nunca devia ter deixado de tocar bateria, esse senhor...

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