Estranho me parece que numa conjuntura como a actual, uma inusitada crise económica, de valores, e das instituições nacionais, as celebrações do 1º de Dezembro tenham passado de forma tão discreta pela comunicação social em geral e pelos jornais em particular.
Digo isto porque esta efeméride encerra quanto a mim uma mensagem de grande pedagogia e actualidade: o usurpador foi corrido e o assessor “defenestrado”.
Nestes dias em que a burocrática Europa se vê reforçada, por mais que se considere supérfluo e ultrapassado o conceito da identidade nacional, comunitária ou familiar, afinal perigosos contra-poderes, não me parece muito avisado que se abuse demasiado da famigerada bonomia indígena.
Então e a Cimeira ibero-atlântica e mais o Tratado de Lisboa?
ResponderEliminarMuitos nem sabem o que significa o dia de hoje...e muitos mais iriam imaginar que numa época de globalização algum dia em terras lusas tenha sido tal a mortandade pela luta de identidade. E o que pensar da tão famosa afirmação "Porque no te callas !" Afinal não foi em ocasião idêntica a esta?! Será um sinal de atenção e cuidado?!
ResponderEliminar"Em cada dia que passa há um bebé português que vai nascer a Espanha". Título do Público.
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