domingo, 15 de novembro de 2009

Domingo

I Carta de S. Paulo aos Coríntios, Capítulo 13


 


Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor,


sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine. 


Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência,


ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou. 


Ainda que eu distribua todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado,


se não tiver amor, de nada me aproveita. 


O amor é paciente,


o amor é prestável, 


não é invejoso, 


não é arrogante nem orgulhoso, 


nada faz de inconveniente, 


não procura o seu próprio interesse, 


não se irrita nem guarda ressentimento. 


Não se alegra com a injustiça, 


mas rejubila com a verdade. 


Tudo desculpa, tudo crê, 


tudo espera, tudo suporta. 


O amor jamais passará. 


As profecias terão o seu fim, 


o dom das línguas terminará 


e a ciência vai ser inútil. 


Pois o nosso conhecimento é imperfeito 


e também imperfeita é a nossa profecia. 


Mas, quando vier o que é perfeito, 


o que é imperfeito desaparecerá. 


Quando eu era criança, 


falava como criança, 


pensava como criança, 


raciocinava como criança. 


Mas, quando me tornei homem, 


deixei o que era próprio de criança. 


Agora, vemos como num espelho, 


de maneira confusa; 


depois, veremos face a face. 


Agora, conheço de modo imperfeito; 


depois, conhecerei como sou conhecido. 


Agora permanecem estas três coisas: 


a fé, a esperança e o amor; 


mas a maior de todas é o amor.  


 


Da Bíblia Sagrada


 

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