Não bastam à Fernanda Câncio os generosos espaços de opinião no Diário de Noticias e seus suplementos, para a senhora destilar a sua ressentida malignidade para com a Igreja e outros seus patológicos fantasmas? Como se pode entender, a não ser como gratuita (?) provocação do editor, que uma vez mais lhe seja atribuída uma reportagem a respeito da Igreja e o serviço espiritual aos doentes nos hospitais do Estado? E desculpem-me o desabafo, mas às vezes até o mais empedernido conservador altera os seus hábitos e muda de jornal.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
O genocídio
Antes do escrito: Ana Sá Lopes tem hoje uma crónica delirante (o contrário é que seria de estranhar) no Público em que faz uma coisa habit...
-
"Grossa asneira" foi como um amigo meu classificou o que fizeram Fernando Alexandre e Alexandre Homem Cristo. Quando perguntei qua...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
-
Estou cada vez mais irritado (e é difícil ficar ainda mais irritado, partindo do ponto em que estou) com a falta de qualidade e a estupidez...
Meu caro,
ResponderEliminarA forma mais eficaz de resolver esse assunto é deixar de comprar e ler o dito jornal.
Aliás, não compreendo como é que ainda existem jornais... Pode ser que algum dos jornalistas deste blogue mo explique.
Desejo-lhe uma boa comemoração do dia da nacionalidade.
Virgílio
Estou total e completamente em desacordo com o João Távora em relação a este particular assunto das capelanias hospitalares.
ResponderEliminarOlha, João, entre as coisas mais abomináveis que se fizeram em Portugal, uma foi o desbragamento abortivo, a outra está a ser este assédio administrativo à Igreja e aos cristão de este País.
ResponderEliminarNunca reparei em milhões de manifestantes exigindo o fim da prestação de cuidados espirituais pelos ministros da nossa Igreja Católica.
Nunca vi milhões de mulheres exigirem nas ruas e praças um facilitismo abortista à la gardere.
O que vejo e verei é milhares de pessoas descontentes com o garrote social implementado, porque sim, porque será por aí, e que determina mais desemprego, maior perda de direitos, mais pressão sobre o indivíduo no sentido de nos converter num novo País.
Não sei se melhor.
O bacharel é que não foi na conversa e já anunciou que vai mudar a lei.
ResponderEliminarCara Sofia: Discorda de mim em quê?! Mesmo assim, está no seu direito.
ResponderEliminar