A Morte*
À morte ninguém escapa,
Mas eu hei-de escapar dela:
Compro uma panela,
Ponho-me dentro dela,
Tapo-a muito bem,
Passa a Morte e diz:
Ora adeus, aqui não está ninguém!
*Versos populares portugueses
A Morte*
À morte ninguém escapa,
Mas eu hei-de escapar dela:
Compro uma panela,
Ponho-me dentro dela,
Tapo-a muito bem,
Passa a Morte e diz:
Ora adeus, aqui não está ninguém!
*Versos populares portugueses
Sou do tempo dos telegramas. Aquelas mensagens ditadas pelo telefone, pagas à palavra e enviadas numa emergência, que um estafeta de bicicle...