
Na imagem, o fontanário central do jardim da Quinta da Piedade, na Póvoa de Sta. Iria, com o brasão Lancastre e Távora, homenagem póstuma ao enlace de D. Isabel de Lancastre (1713-42) e Manuel Rafael de Távora (1715-89). Isto e muito mais se poderá encontrar no livro (quase ponto) "Casa de Abrantes, crónicas de resistência" a história generosamente ilustrada de cinco geracões dos Marqueses de Abrantes entre os séculos XVIII e XX, suas aventuras e desventuras, glórias e fracassos, não esquecendo uma visita guiada às principais moradas família, o Palácio de Santos e a Quinta da Piedade.
não sou monárquico nem republicano
ResponderEliminarnum outro post recordei D. Fernando II, o mais culto dos reis.
pagou do seu bolso a reconstrução da Batalha e Jerónimos e não tem sequer um beco que recorde o deu nome
ResponderEliminarNas minhas visitas ao local, bibliografia consultada e da transmissão familiar nada me chegou sobre tal passagem. Obrigado pelo comentário, ficarei atento quando lá voltar.
ResponderEliminarTem toda a razão, prezada Anabela. Confundi o palácio do Sobralinho com o da Piedade. Obrigado pela correcção.
ResponderEliminar(Essa tradição popular é interessante. Se é factual, que raio fazia o AOS nesse esconderijo? Seria para segurança quando havia, nos anos 30, alguma sarrafusca do reviralho? Amores secretos?)