A propósito de um comentário recente neste blog, lembrei-me da frase frequente de Ana Cristina Leonardo que usei para título deste post que se limita a citar Camus:
“Pode parecer uma ideia ridícula, mas a única maneira de combater a peste é com decência. Não se trata de uma questão de heroísmo, trata-se de uma questão de decência comum. Não sei o que isto significa para outras pessoas mas, no meu caso, sei que consiste em fazer o meu trabalho”
É impossível estar. Porque a palavra (nome ou n.º) é já uma formalização. Um pós-acto.
ResponderEliminarA literatura só atinge o nível algorítmico da complexidade humana. O 3º nível numa escala de 5.
ResponderEliminarCharles Sanders Peirce perseguiu toda a vida a compreensão desse limite.
ResponderEliminarQue Rossano, em 2010 (The Wenner-Green Foundation), tentou explicar pelo neo-darwinismo.
ResponderEliminarEstá-lhe vedada o acesso à perpetração. A palavra é sempre a luz de um passado. É sempre um heterónimo.
ResponderEliminarSim, também alguém referiu num comentário que tudo isto parecia "a nave dos loucos". De facto, está tudo na literatura, como disse.
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