domingo, 16 de fevereiro de 2020

Coisas

Frequentemente escrevo coisas de que me esqueço e que, às vezes, me voltam a aparecer sem que eu tivesse a mínima lembrança de que as tinha escrito.


É caso disto, de que transcrevo um pequeno excerto:


"A desvalorização das falhas de mercado associadas à gestão do território e a obsessiva preocupação com os produtores que existem, em detrimento dos produtores que poderiam existir, tem o mesmo quadro mental de quem entende que proteger a azinheira é proibir o seu abate, desvalorizando-a e aos terrenos em que existe, em vez de a conservar pela multiplicação do seu valor, promovendo o seu uso e potenciando o interesse do agricultor em ter azinheiras."


Há dias em que concordo comigo.

1 comentário:

  1. A casa onde fui criado tinha (e ainda tem) um belo parquet de azinho.
    Uma madeira dura, extremamente resistente.
    É um parquet que dura uma vida.

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