Em Portugal não se cultiva o diálogo e o apelo à moderação (agora tão na moda) o mais das vezes parece um convite ao silêncio de uma das partes, e já se equipara o conservadorismo ao fascismo. Velhos hábitos são difíceis de cortar: nos últimos duzentos anos tivemos uma guerra civil, um regicídio intervalando meia dúzia de revoluções. Em resultado disso hoje a pobreza e o fosso das desigualdades é aberrante no contexto europeu, a liberdade tem dias, e a fraternidade é o que sabemos. Portugal está longe de ser uma nação civilizada em que as diferentes ideologias coexistem num saudável conflito, franco e aberto, sem preconceitos, sem amputações provocadas por velhos ódios recalcados, escondidos, latentes, perversos. Temos a mediocridade que merecemos.
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Quantos são? Quantos são?
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Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
o judeu Einstein dizia
ResponderEliminar'a mediocridade é imbatível'
ResponderEliminaro SCP debruçou-se das varandas e caiu sobre uma tocha
Inventei um slogan para o corta-fitas: "Corta-Fitas, há doze anos a anunciar o Apocalipse".
ResponderEliminarMalta, divirtam-se, saiam à rua, hoje até está sol e tudo.
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ResponderEliminarCompletamente de acordo . Para esta gente que aparece na TV e é opinativa o país começou no 25 de abril de 74 e em lisboa
Concordância total.
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ResponderEliminarNão «Temos a mediocridade que merecemos».
Temos a mediocridade que somos.
Nem todos o merecem!
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