A palavra “ilusionismo” utilizada neste artigo pela Helena Garrido é um adjectivo simpático para definir o governo de aldrabões que nos calhou em desgraça, aquilo ao que os portugueses têm direito e que, segundo as sondagens, gostam. A gestão à vista da conjuntura pela geringonça, se não nos acelera alegremente para o precipício, adia irresponsavelmente as reformas que o País necessita para ser sustentável. O maior truque do diabo foi convencer o mundo de que não existe.
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Portugal está transformado num espectáculo de circo venezuelano (é ouvir as declarações de Eduardo Cabrita sobre o relatório dos incêndios ou as espantosas declarações sobre a Santa Casa na AR), governado por um não eleito aflito, que sem escrúpulos tomou o poder com um governo minoritário derrotado nas eleições, que mais não faz do que se dispor ao que for necessário para se manter. E pelo tempo que a solução "Barreiras Duarte" está a demorar a chegar ao blog Do Portugal Profundo e ao problema da avenida que por lá anda há anos (enquanto nos entretêm com bilhetes de futebol), já temos a medida do ponto a que a isto chegou. Um povo e uma classe política que aceitam e permitem e aceitam uma coisa destas são miseráveis.
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ResponderEliminarTudo gente boa cá do meu povo!