(...) O feminismo vive num momento histórico fascinante, porque mais cedo ou mais tarde vai ter de admitir que um regresso ao pudor e à discrição será a grande conquista das mulheres e dos homens interessados na diminuição dos casos de assédio e violação. Não, não se está a pedir o regresso ao tempo da abstinência e da diabolização do sexo antes do casamento. Pede-se outra coisa: quem educar as filhas e sobretudo os filhos no pressuposto de que o sexo só faz sentido num contexto de amor não pode continuar a ser visto como “moralista” ou “retrógrado”; deve ser visto, isso sim, como alguém preocupado com a decência.
Henrique Raposo a ler na intergar aqui
Sem comentários:
Enviar um comentário