De passagem pelo Jornal da Noite da TVI deparo-me com a enésima reportagem a explorar à saciedade o filão Baptista da Silva onde se evita uma vez mais substância: as suas teses que tanto excitaram a nossa “gente limpa”. De resto há por aí bastantes doutorados e licenciados com curriculum académico e atestado partidário, que do pondo de vista substantivo se limitam a explorar a conveniente narrativa “não pagamos” do burlão. Estes dias de obscura desesperança favorecem a emergência de Baptistas da Silva que afinal por aí pululam em absoluta impunidade. E já agora porque não deixam o outro, o de imitação, em paz?
Tal como deixei no post do samuel, aqui fica a minha opinião acerca do assunto:
ResponderEliminar
ResponderEliminarDo teu comentário não encontro onde haja discordância ou incompatibilidade com a minha posta. Repara que eu apenas reclamo a perspectiva sob a qual é utilizado o adjectivo "burlão". A reportagem referida, chegou ao cúmulo de referenciar as clássicas burlas da venda do Eléctrico 28 ou do Terreiro do Paço ao desprevenido pacóvio chegado da província. A questão menos significativa "de facto" é a do curriculum aldrabado.
Pretendia eu reclamar que a burla que por aí circula impunemente é outra, impingida pela nossa gente "gente limpa", fazendo de conta que não vislumbra o fundo raspado to tacho.
Bom ano para ti, Nuno.