O caso do norueguês de 32 anos responsável pelo hediondo ato de terror em Oslo que vitimizou 92 pessoas, um europeu loiro de olhos azuis que se reclama cristão, constitui em si mesmo uma parábola cuja moral que não devemos menosprezar: o fanatismo e a alienação, não são exclusivos de muçulmanos maltrapilhos ou comunistas desgrenhados. O diabólico esconde-se por detrás de qualquer aparência, e assume qualquer discurso, que é um mero pretexto para desacreditar a Obra de Deus. Por estes dias somos todos noruegueses.
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ResponderEliminarOs Islamistas até aprenderam primeiro essa lição que a Esquerda deu: quem se dedica ao terrorismo é reconhecido como poder e tem benesses políticas e não só.
Era fatal que todos iriam seguir essa lição dos anos 70.
Tal como será fatal que a industria da vitimização e ofensas, com ameaças e realização de violência
será expandida a toda a sociedade e não só aos grupos que a esquerda protege. É só uma questão de tempo até à Balcanização.
Quando tudo é Político é inevitável.
Não esquecer que temos cá os nossos terroristas em menor escala. São chamados para a TV.