Discordo profundamente desta perspectiva liberal de que a prática da cidadania se insere numa mera lógica de “oferta e procura” estimulada (ou não) pelos políticos da circunstância. Por tudo o que se joga, estes não podem ser comparados à “companhia de teatro" que não consegue seduzir os espectadores à sua plateia, como refere Pedro Lomba na sua crónica de hoje no Diário de Notícias.
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Quantos são? Quantos são?
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Todos se queixam, os Portugueses ADORAM queixar-se, mas depois...quando chega a vez de VOTAR, ninguém quer saber, os outros que assumam a responsabilidade! aí estão 60% dos portugueses que não querem saber da porra do País onde vivem, neste caso da sua cidade. Aqui estão 60% de portugueses ansiosos de se chamarem " IBERIANOS ", os hermanos do Saramago.
ResponderEliminarEu também discordo; discordo do singular utilizado por quem escreveu o artigo quando se refere aos sessenta por cento.
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