Durante dois a três dias, o Público chegou a pôr o assunto na primeira página, boa parte da imprensa falou de uma coisa extraordinária: em vez de dez mil, tinham sido apenas trezentos e poucos a candidatar-se ao ensino superior no primeiro dia do prazo.
Era evidente que esse facto não tinha a menor importância, com certeza reflectia as perturbações do processo de classificação dos exames, mas não passava de uma perturbação sem significado que o tempo corrigiria, e nem o facto de este ano haver mais três dias de prazo de candidatura foi referido.
Os bonecos acima apresentam de duas maneiras diferentes os mesmos números, um toma como referência os dias que faltam para o prazo final, outro compara a partir do primeiro dia.
Quer num caso, quer noutro, o que se verifica é que já há mais alunos com candidaturas apresentadas que no ano anterior, ou seja, o grande problema de nos primeiros dias haver menos alunos candidatos que no ano anterior, morreu de tédio.
E não há maneira de convencer grande parte dos jornalistas que uma das suas principais funções, daquelas em que um jornalista se distingue de um mané qualquer que escreve num blog, como eu, é que cabe ao jornalista a grande responsabilidade de seleccionar o que tem relevância e não tem relevância, dentro da infinita informação que todos os dias lhe cai no colo.
Boa parte dos jornalistas não teme, mas devia temer, o viés de confirmação inerente à condição humana, não se atendo estritamente às regras formais da profissão, decantadas por anos de experiência, exactamente para proteger o jornalista dos vieses que todos temos.
Grande parte do jornalistas tem da sua profissão uma visão excessivamente messiânica.


Estão a dar tudo para denegrir o ministro e o governo. Há que explorar este maná, já que o tempo nao está a ajudar.
ResponderEliminarFelizmente ainda há blogs e redes para repor a verdade dos factos
Claro que sim !!
ResponderEliminarA rapaziada acha-se com direito a pedigree, verdadeiras Emmas Bovary da Nação
Confirmar ?
Isso é para os Acácios, menino !!
Porque não são nem querem ser jornalistas. São activistas.
ResponderEliminarVeja-se o nojo que é a cobertura da invasão de Ceuta. Nem sequer falam dos invadidos. A perspetiva, história humana é toda dos invasores.
Note-se ainda como os "jornalistas" apoiam uma invasão do "patriarcado", a grande maioria são homens jovens porque na hierarquia da dualidade vitima-opressor do neo-Marxismo uma mulher "branca=capitalista" perde sempre para a sociedade patriarcal "escurinha=não capitalista".
Olhe que cá no rectângulo também corremos o risco de dentro de 15 a 20 anos termos mais Banglas e Indús que Portugueses
EliminarLucklucky 04AGO11:04
EliminarAcho piada o véu e de um modo geral as relações, códigos comportamentais, hierarquias, relacionamento entre sexos, etc., do mundo islâmico, serem uma espécie de tabú, para os "progressistas de esquerda"
Bom. É que goste-se ou não, as mulheres Israelitas não são vítimas desse tipo de opressão, e são verdadeiramente livres.
Claro que pode sempre ser ignorado
Devem é ter uma dor no pescoço de tanto olhar para o lado
E também diz muito sobre a honestidade e imparcialidade das cabecinhas
Com os DSA/Islâmicos a tomarem conta do Partido Democrata Americano vai se giro ver mais piruetas jornalistas sobre a "moderados. O que espero é ainda mais censura dos jornalistas.
EliminarOnde estamos e para onde vamos é o resultado do narcisismo dos moderados não combaterem os extremismos de esquerda.
Comovente esse seu esforço.
ResponderEliminarSim, os alunos não confiram inicialmente no processo.
Sim, os números regularizaram porque a candidatura é obrigatória, logo iam obrigatoriamente subir.
A candidatura ao ensino superior é obrigatória?? Esta tirada só mesmo de um idiota deixado sem argumentos na discussão :)
EliminarOs jornalistas não sabem o que é custo-beneficio. Há que dar desconto.
ResponderEliminarForças Ucranianas atacaram, corajosamente, civis que enchiam uma praia Russa.
ResponderEliminarValentes e corajosos estes Ucranianos.
Só não consigo perceber os paninhos quentes de Vladimir Putin
Palavra que não percebo
A grande Ponte Oliveira Salazar mais tarde, devido a incuráveis complexos de inferioridade (para dizer o mínimo) chamada de 25deAbril, faz 60 anos.
ResponderEliminarChamem á Ponte o que quiserem, não deixará de ficar para a História, como uma das Grandes Obras do Estado Novo.
A par da enorme rede de Escolas, Primárias, Secundária, Escolas Industriais e Liceus que pouco a pouco, cobriram a totalidade do território Nacional.
A História o reconhecerá
Continua a barragem opinativa, de máfé e gloriosamente maledicente, sobre o ministro Neves.
ResponderEliminarNo fundo o que não lhe perdoam é o "crime" da casa no Alentejo, com "piscina" e tudo.
E agora descobrem novo crime.
Como se desde a Inquisição, não fosse práctica corrente o Estado e os "Seus Servidores", se aproveitarem de bens apreendidos e á guarda do Estado, mesmo antes de os Tribunais decidirem seja o que for.
Como se fosse a primeira vez que o motorista de um alto personagem, às vezes até nem tão alto, fosse á Escola
buscar o "menino" do director, no carro de serviço, por acaso um dos tais apreendidos, normalmente luxuoso.
Como se fosse novidade
Como se isto não fosse o Portugal de Sempre
Como se não soubessem
Atenção !!
ResponderEliminarAlerta !! Alerta !!
Novo Crime . Agora o tal Empreiteiro prestou serviços ao Chefe de Gestão Patrimonial (acho que era essa a designação, mas não tenho a certeza, sendo que pouco importa já que o homem é por certo tao ruim como o Ministro Neves).
Ora o homem é contemporâneo do Ministro Neves no Serviço e também beneficiou dos Serviços do empreiteiro.
Não se vê bem e claro que eles esqueceram dizer onde está o Crime ??
As gradeço
O Empreiteiro fez obras o que é sem dúvida a sua especialidade
O chefe da contabilidade era o cliente, bem como o Ministro e encomendaram coisas, que é precisamente o que é suposto os clientes fazerem.
Onde está portanto o Crime
A imprensa é fascinada com inutilidades porque quanto mais idiota for o povo melhor. O povo também é fascinado por inutilidades e "lixo". Vemos que os jornalistas muitas vezes selecionam o que não tem relevância.
ResponderEliminarMas os jornalistas não são livres nem podiam ser de selecionarem como entendem o que não devemos saber porque isso implicaria controlarem a informação. Isso é o que acontecia na tempo da ditadura. E assim nós seríamos fantoches que sabíamos apenas o que eles queriam.
Eu com o meu comentário pretendo mudar algo que é grave. O que pretende com o seu texto?
O Ministro implementa um processo que corre mal, cuja dimensão real está por avaliar.
ResponderEliminarPara corrigir o problema, contrata uma consultora que cobra milhões.
De seguida, gasta outros tantos milhões aos professores para corrigir exames em contra relógio.
Já podemos concluir que este ministro nos custa mais que a encomenda?