quarta-feira, 16 de agosto de 2023

A caridade da família Azevedo

Como é do domínio público, o Público existe pela vontade e é sustentado pela caridade da família Azevedo.


Não me lembro de ter visto Bordalo II, os jornalistas do Público ou muitos dos que descobriram agora o conceito de custo de oportunidade aplicado aos recursos de terceiros, protestar contra o facto da caridade da família Azevedo estar a ser aplicada em gente da classe média/ alta, como são os jornalistas do Público, quando há tanto miserável sem mesa e sem tecto.


Um bom exemplo é o facto da caridade da família Azevedo servir para pagar os escritos de uma das pessoas mais brilhantes que Fernanda Câncio conhece, de que deixo aqui um pequeno exemplo: "Antes de André Ventura, não era costume vermos políticos e partidos políticos a mentir e a difundir notícias falsas. Há aqui uma novidade".


E, no entanto, há tanta gente sem mesa e sem tecto.

17 comentários:

  1. Não é que goste  do Público, nem um tostão para ele dou. Mas este post parece coisa de quem não ferra o dente neste poial. Pode sempre continuar a dar os seus sermões no Observador, caridade de António Carrapatoso, descontada dos impostos que o santo não pagou.

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  2. Então não falam da TV que também foi sustentada por o estado (POVO) e vai voltar a ser se é que não se aperceberam de uma noticia que passou.
    Tenho a certeza que nenhum jornalista do Publico ganha as remunerações que pagam aos apresentadores de programas para entreter lá em casa os incautos.
    É só ver que só querem apresentar programas com chamadas de valor acrescentado para se financiar com conivência dos governantes para poderem manter os vencimentos escandalosos dos apresentadores.
    Contam com a quê?
    A miséria de velhotes que por vezes passam fome mas ma expectativa de lhe sair alguma coisa trocam por vezes a comida no prato por chamadas.
    O que se chama a isto?
    Desespero e somente desespero pois a pobreza neste país cada dia é maior.

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  3. Não sabia que possuir um negócio e pagar salários era caridade.
    Se o patrão não está satisfeito com o rumo do jornal, tem bom remédio. Se calhar está...

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  4. Antes também não havia coxos nem marrecos ,digo eu que sou mentiroso.

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  5. Toda a gente tem direito a ser estúpido, mas convém não abusar do privilégio. 

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  6. Ahahah!, essa citação é um mimo.


    Que intelecto fulgurante.

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  7. "...não era costume vermos políticos e partidos políticos a mentir e a difundir notícias falsas...."!!!.

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  8. Era o próprio dono que dizia que o Público não era um negócio mas sim um perdócio.

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  9. De gargalhadas realmente, a mentira a denunciar a mentira....a sonae, andar a financiar e promover quem promove a pobreza em Portugal ajudou a decisão de virar cliente do Pingo Doce.

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  10. Desde aquele sr que tinha uma grande paixão pela educação foi um autêntico arraial de aldrabões(uns mais coxos e outros mais marrecos).

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  11. ".Esqueletos no armário"...e o folhetozieco lá vai saindo...
    Quanto à cãncio...só "linguagem vicentina"....
    Juromenha

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  12. Nem todos os investimentos têm retorno tangível. 

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  13. Investimentos sem retorno chamam-se caridade (e isso do intangível é tudo no mercado da paz de espírito)

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  14. Lamento informá-lo de que está equivocado. A todos os níveis, sociais e económicos. Há retornos intangíveis (nada a ver com paz de espírito, consciência limpa ou o  new age bem-estar), e nem todos os investimentos/negócios têm o lucro como objectivo. 
    No caso específico do Público, não perceber qual o retorno de um qualquer grupo económico em sustentar um jornal...

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  15. Antes havia coxos e marrecos. Agora é que não há.  Há indivíduos com necessidades especiais motoras.

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  16. Não fui eu, mas Belmiro de Azevedo, que negou que o Público fosse um negócio, classificando-o como perdócio.

    Deixe-me dizer-lhe que, se tem razão, a ignomínia associada ao Público, e consequentemente a quem escreve o que transcrevi, é muito maior, porque sabe que está ao serviço de interesses inconfessáveis de um grupo económico e aceita ser pago para isso.
    Eu não faço essa maldade aos que trabalham no Público, a de os considerar uns vendidos.

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