Não sei se disse aqui, no Corta-fitas, mas tenho-o escrito bastantes vezes noutros lados: nem sempre concordo com Paulo Tunhas, nem sempre gosto do que escreve, mas é dos comentadores que acho mais interessantes por não se ficar pela espuma dos dias, ao mesmo tempo que não desvaloriza a espuma dos dias.
Voltou ao Observador, felizmente, escrevendo banalidades, diz ele, sobre o Serviço Nacional de Saúde: "Não consigo deixar de pensar que se António Costa abandonasse, pelo menos no caso concreto do SNS, a duplicidade e a mentira que são a essência da sua política, a austeridade insultuosamente disfarçada de ausência dela, algo de significativo poderia melhorar. Pelo menos, as coisas começariam a aparecer menos desfocadas e a pesada nuvem da ideologia feriria menos aqueles que trabalham no SNS e os doentes que precisam dos cuidados que ele oferece."
O Tunhas não foi um dos que disse uns disparates sobre as armas de destruição maciça do Iraque?
ResponderEliminarNão faço ideia, nem estou muito interessado em saber, entre outras razões porque não percebo a relevância dele ter dito ou não disparates sobre o que quer que seja, e ainda menos a relevância de eu saber todos os disparates que terá dito na vida.
ResponderEliminarnão percebo a relevância dele ter dito ou não disparates
ResponderEliminarUma pessoa que diz (em voz bem alta) disparates é, provavelmente, uma pessoa disparatada, que terá tendência a dizer ainda mais disparates. Em suma, será talvez uma pessoa a quem não convenha dar ouvidos.
Não estou nada de acordo, eu ouço-te com atenção e proveito
ResponderEliminarPois a mim também já me fazia falta ler Paulo Tunhas e, com desgosto, pensava que se tinha ausentado de vez do jornal Observador onde semanalmente o lia. Mas hoje percebi. Só lhe desejo rápidas melhoras.
ResponderEliminarL Lavoura, disse tantos disparates disparatados que só posso concluir que V. é bastante disparatado... já o Paulo Tunhas, não!
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