"Tomar esta pandemia como uma batalha pode, no entanto, ser um erro, até porque é cada vez mais provável não ser possível ganha-la. Pelo menos enquanto não existirem vacinas. O vírus continuará a viver entre nós e é bem possível que a única vitória sobre ele seja a sua integração".
Do Editorial do Expresso.
As guerras ganham-se, uma batalha de cada vez. A batalha actual é dar tempo até à vacina ou tratamento eficaz. Baixar os braços na primeira refrega é entregar a vitória de mão beijada.
ResponderEliminar''quem tem cu, tem medo''
ResponderEliminarE enquanto as vacinas não vêm, oxalá o Ministro Cabrita não se lembre de distribuir por todos nós Kits com máscaras tão eficazes como aqueles anti-inflamáveis que supostamente protegiam as pessoas durante os incêndios...
ResponderEliminarA hora não está para brincadeiras, mas é para não sucumbir
ResponderEliminarÇa ce n’est pas une bataille. C'est la 3ème GG. Économique. Contre l'Europe développée. Regardez les numéros officiels: le Royaume Uni a la moitié de cas par million que Portugal (oú vivent en esclavage); le RU est indépendant. Les pays industriels d'Europe sont tous malades. Les voyages entre les États Unis et Russie n'ont pas de restrictions. Les EU ont peux de cas. Aussi, dans le Brésil peux de cas, bien qu'en Venezuela.
C'est une chouette "théorie de conspiration".