Com o nível de endividamento que temos e a racionalidade de voto que temos, toda a actividade económica em Portugal é vista como uma armadilha que o Estado usa para se financiar.
Sempre que por via regulamentar, apoio directo ou indirecto, via fiscal, o que seja, o Estado deixar qualquer actividade económica ganhar asas (veja-se o alojamento local e o turismo), podemos ter a certeza de que isso não passou de um esquema manhoso para melhor a taxar quando os investidores já não puderem fugir.
sábado, 1 de outubro de 2016
Epifania
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Domingo
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É preciso rapar o tacho dos impostos.
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ResponderEliminarA relação entre Estado e privado em Portugal é demente. A regulação é feita para dificultar, complicar e impedir o crescimento, e no fim ainda se pagam impostos!
Enquanto o privado estiver ao serviço do Estado e não o inverso, Portugal não sai da cepa torta.