segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A Doutora Mónica

Esta entrevista de Maria Filomena Mónica (que só consegui ler até meio) surpreende pela vulgaridade do discurso, desbocado, pretensioso e duma soberba extraordinária, a que só com muita benevolência chamaríamos “snobeira” (Note-se que a "snobeira" que assume com orgulho para todos os efeitos é sempre uma fraqueza de carácter.)
Maria Filomena Mónica distingue-se no meio intelectual português pela qualidade dos seus trabalhos académicos e científicos (gostei particularmente das biografias de D. Pedro V e de Eça de Queiroz), mas em matéria de “achar”, definitivamente é bastante vulgar, condicionada por um ressabiamento e complexos sociais do tamanho do seu imenso ego que tarda “resolver”. Tenho pena.

3 comentários:

  1. Já não sei até onde li, mas parei naquele momento em que, perante a pobreza do bairro de lata, se lhe abriram de par em par as portas da consciência social e a visão  esquerdina da luta de classes. Chiça que o amor tem cada caminho mais tortuoso, Dr. António Barreto ! Contudo que se restabeleça rápidamente da doença e regresse quanto antes àquilo que melhor sabe: escrever. Abandonando em definitivo a fala, para a qual  é francamente desajeitada.

    ResponderEliminar
  2. A toléria incontinente, de querer ser diferente....

    Por exemplo, a pobreza parece-a impressionar, egoisticamente, sobretudo pelo lado inestético e pela incomodidade..

    Como esses lords britânicos de opiniões tão bizarras, quanto extravagantes - óptimos fornecedores de nonsense e humor negro. Qual filipe de edimburgo...

    ResponderEliminar
  3. Bem pode ter pena.
    No "tal meio intelectual português" sabe-se que a senhora não é assim tão brilhante quanto as revistas rosa a pintam.
    O que ela revela na entrevista é o que verdadeiramente é.
    As aulas, o doutoramento em Oxford que se sabem quem fez, os temas sociológicos requentados, até isso do Eça de Queirós (os verdadeiros estudiosos dele também a conhecem). Ela até escreveu um livro sobre ela mesma!
    Tudo se resume a pouco: Óh pra mim que sou de classe média-alta, estudei em Inglaterra e fui catedrática.
    Não deixa de ser um bom exemplar da intelectualidade portuguesa de sucesso.

    ResponderEliminar

Domingo

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «O reino dos Céus é semelhante a ...