a parolice é efémera e atinge com facilidade os tops de vendas, tanto na música como nos livros ou revistas. Não percamos tempo.
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A responsabilidade política de Fernando Alexandre
Houve quem visse na minha recusa total da ideia infantil que Fernando Alexandre optou pela sua ambição contra o interesse dos alunos uma te...
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Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
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Estou cada vez mais irritado (e é difícil ficar ainda mais irritado, partindo do ponto em que estou) com a falta de qualidade e a estupidez...
O José sabe-a toda, João.
ResponderEliminarMas não foi essa a atitude do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura...
ResponderEliminarCaro Távora, já vou praticamente a meio do livro, não é certamente o melhor do Prof. Noronha, resulta muito de frases feitas e clichés. O fundamento histórico e teológico da maioria das questões é dúbio. Para além da fundamentação do S. João não poder escrever o Evangelho por ser analfabeto é burrice pura, não podendo esquecer que S. João morreu de velhice em Éfeso (94 anos de idade), pelo menos 60 anos após conhecer Jesus.
ResponderEliminarA questão da Santíssima Trindade ainda é mais ridícula, esquecer que o Espírito Santo surge desde o início no Acto dos Apóstolos como língua de fogo... enfim!
Para além de ter "descoberto a pólvora" quando descobriu que Cristo era judeu, que seguia o Deus dos judeus, etc...
Mas acredite não está tão mal escrito e tão parolo como os livros de Dan Brown!!!