Nas últimas décadas vivemos deslumbrados com o "ter". Vimos nas infra-estruturas da Europa rica a redenção, e subsidiados empregámos hordas de emigrantes a construir auto-estradas, viadutos, arranha-céus, escolas, universidades, hospitais, equipamentos desportivos, e bibliotecas. Enquanto isso, para júbilo dos nativos democratizou-se o crédito, o consumo, cursos e canudos. Chegados a este ponto, falidos e humilhados, ainda não somos capazes de nos olhar bem ao espelho. Ser, é bem mais difícil do que ter… mas vamos sempre a tempo.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Os reaccionários e o risco
"exige-se a um executivo que a execute bem, sem falhas e sem que ela seja geradoras de injustiça", escreve uma editorialista de um...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
-
Estou cada vez mais irritado (e é difícil ficar ainda mais irritado, partindo do ponto em que estou) com a falta de qualidade e a estupidez...
-
Li esta frase num texto de um comentador que leio habitualmente com gosto e proveito, no meio de outras como "segundo qualquer observad...
Receio bem que não. Por exemplo. continuo ter conhecimento de que há quem tenha trabalho para oferecer e não encontre quem o queira...
ResponderEliminar