Teixeira dos Santos finalmente admitiu que Portugal tem de pedir ajuda. Reclamando o ministro, no reconhecimento dessa inevitabilidade, "o envolvimento e comprometimento das principais forças e instituições políticas nacionais", parece-me que o melhor seria parar de acusar tudo e todos do ponto a que chegámos. Admitir os seus erros para além de ser uma atitude nobre e redentora, é a única forma de credibilizar uma intenção de mudança de rumo, empresa hercúlea que necessita duma adesão maciça e patriótica dos portugueses. Será isso desígnio demasiado ambicioso para um político?
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