terça-feira, 9 de março de 2010

Morte lenta

 


(...) Dentro de cinco anos, Portugal continuará em morte lenta. A máquina estatal manter-se-á pesada, burocrática e ineficiente. Os empresários continuarão encostados ao Estado e os políticos a fazer da política uma profissão. Os trabalhadores, em particular os do Estado, manter-se-ão em negação, vivendo de salários desajustados da sua produtividade. E os impostos, naturalmente, seguirão altos de mais, a fim de pagar juros sobre a dívida pública, inviabilizando a actividade produtiva, desincentivando o aforro e o investimento.


 


Ricardo Arroja no Portugal Contemporâneo

8 comentários:

  1. Por Ricardo Arroja....não o pai. Mude lá.

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  2. Mas daqui a dez anos...9 de março de 2010 às 16:21

    “Para que daqui a dez anos possa haver uma esquerda maioritária em Portugal, para que possa haver um Governo socialista para que acabe a injustiça fiscal, que acabe a injustiça do desemprego. Essa esquerda grande, de uma democracia responsável, é o programa do BE”, Anacleto Louçã dixit.

    Ou seja, daqui a dez anos, já se acabou o desemprego, os ricos e a miséria, as doenças, os engarrafamentos, o insucesso escolar, a justiça funcionará na perfeição, haverá sol na eira e chuva no nabal, e até desconfio que vamos poder comer caviar (do verdadeiro, não me refiro a um sucedâneo qualquer) todos os dias.

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  3. Exactamente. Por isso, chamo aos «políticos» portugueses o seguinte: Prolíticos, porliticos e pulhiticos.

    Educadinha

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  4. O Louçã é um sonhador....sonha e sonha...aposto que o livro da cabeceira é uma coisa de um tal «Marx», fonte de inspiração da prolitica contestatária da esquerdalha de barriga cheia portuguesa...

    Mas a fé dele ainda não moveu o entulho que há em Portugal, quanto mais a montanha...será que ele conhece a Mouskouri...a grega, a que quer dar ou deu ao seu país, o vencimento dela como deputada ao PE....

    Será que fiz confusão?

    Educadinha


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  5. 36 anos de Esquerda não chegam para demonstrar a completa falência do Marxismo-Leninismo-Trotskysmo-Maoismo?

    Desses e de outros ISMOS, igualmente falaciosos, como Castrismo, Pionguianismo, Caviarismo, e todos os outros ISMOS, que têm tornado a nossa vida num Inferno?

    Tem razão, quem diz que Portugal já nem para morrer serve!

    Maria da Fonte

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  6. A análise está perfeitamente correcta. Talvez até peque por optimismo. Basta não esquecer o exemplo da Grécia.

    Até porque o caso português é tanto mais complexo qunato é certo que o nosso país sofreu ao longo das últimas décadas estragos irreparáveis. A título de exemplo, o que fazer ao Vale do Ave, com a sua enorme densidade populacional, o seu caos urbanistico e uma desemprego galopante?
    Não será preciso, presentemente, ir à Grande Lisboa para detectar o crime organizado nas suas muitas vertentes. O Baixo Minho (e muitras outras regiões) está infestado. É um sinal mais que revelador.
    Soluções? Para além de um milagre, não parece existirem outras além da nossa velha emigração. Mas para onde agora?
    Conheço já muitissimos casos de pessoas a «refazer» a sua vida profissional em Angola...

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  7. Uma das soluções possíveis para resolver esta nossa perigosa situação, já foi no passado empregue e com absoluto sucesso, todas as medidas necessárias e o pensamento subjacente ás mesmas existe em livro, aconselho que quem possa o leia pois o que lá está funcionou.
    http:/ www.goodreads.com book /show 7662936-como-se-levanta-um-estado

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  8. Deixem lá, o mundo vai acabar a 21 de Dezembro de 2012.

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