sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Se for de esquerda, a pedofilia é chique

(...) Em 1998, no 30.º aniversário do Maio de 68, a imprensa de esquerda justificou as práticas pedófilas de Daniel Cohn-Bendit e de outros meninos mimados que brincaram à revolução. Pois claro, um esquerdista nunca pode ser um pulha, só pode ser um tipo que curte a vida na transgressão da moral, essa coisa burguesa, reaccionária e talvez neoliberal. Mais exemplos? Quando François Bayrou questionou Cohn-Bendit sobre os seus actos de pedofilia, rebentou uma onda anti-Bayrou. Bayrou, coitado, é um ignorante e desconhecia a primeira regra do espaço público: se és de esquerda, estás acima do bem e do mal, mesmo quando andas a comer meninos. Não se pense porém que a esquerda francesa tem o monopólio deste comportamento abjecto. Na campanha eleitoral em curso, Os Verdes da Alemanha têm sido confrontados com um passado pouco digno . Eis a posição que esta esquerdinha alemã manteve ao longo da década de 80: se não existem provas de violência, o acto não deve ser considerado pedófilo. Tudo muito bonito, tudo muito transgressor, tudo muito de esquerda. (...)

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