sábado, 21 de julho de 2012

Coisas que me fazem falta

 


Ler um jornal que me orgulhe de exibir debaixo do braço.

15 comentários:

  1. O SCP não tem jornal? A Causa Monárquica também não?

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  2. Compre o ABC... Eu sei que é espanhol, mas é monárquico, muito bem escrito e fácil de manusear. Não se pode ter tudo...
    Cada vez que vou a Madrid (muitas e boas ligações e amizades, tanto portuguesas como castelhanas) delicio-me a ler o ABC, o El Mundo, (até o El País e Deus sabe que não aprecio muito o PSOE...) primeiro porque sei o que estou a comprar, segundo e principalmente pela QUALIDADE da escrita - totalmente fora do alcance dos nossos indígenas semi analfabetos com curso de jornalismo e até dos nossos soi disant "comentadores" e "opiniadores" - todos eles com colunas (de jornal e vertebrais) muito retorcidas. 
    Por isso, cá na terra, Correio da Manhã prá frente.Despacha-se em cinco minutos e não custa deitar fora. E os outros são MUITO piores...

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  3. Compreendo ,gostaria de exibir o seu Jornal como uma bandeira :
    Se se sentasse no café a ler o Guardian toda a gente o reconheceria como um intelectual de esquerda ,mas se o seu vizinho da mesa ao lado abrisse o Daily Telegraph seria anunciar as suas convicções conservadoras ,muito Queen and Country ,culto e provavelmente upper class .Com o Times diria que é  suavemente conservador ,letrado e bem informado Porém se mais adiante outro cliente exibisse o Daily Mail os  primeiros o olhariam com algum desdém ,porque nada é mais middle class  do que comprar o mail ,e admitamos que não é grande recomendação mostrar as suas preferencias por uma Direita intelectualmente algo limitada e muitas vezes trauliteira  e xenefoba .
    E haveria certamente outros com o Sun ou o Daily Mirror ,com as suas sugestivas fotos de pin-ups e historias de futebolistas, apontando claramente para leitores da working class.
    Mas seja qual for o Jornal nenhum faz fretes partidários ,nenhum compromete a sua idoneadade ,e todos sem excepção se consideram defensores da decencia pública .
    manuel.m

     

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  4. Eu leio a The Economist. 

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  5. Eu era mais um jornal que não mascarrasse... :)

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  6. Um cruzamento entre este post e os das férias dos seus filhos: http://www.telegraph.co.uk/culture/books/bookreviews/9412023/Summer-childrens-book-special-Getting-the-children-to-read-on-holiday.html

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  7. Não é só a direita que é xenófoba. Alguma esquerda, ou quase toda, sofre dessa maleita ... e muito, convenhamos! Continuo a ler o CM (alguns artigos).

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  8. Eu é a Gaiola Aberta.

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  9. Bastava poder ler um jornal que não fosse escrito com permanente desonestidade intelectual ou simplesmente por por trupes de ignaros.

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  10. Malcomparado: Gostava de ler sobre o que se passa no meu país. Será difícil no ABC. 

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  11. No ABC, sobre Portugal, a não ser que a asneira exceda os limites habituais, realmente é difícil, isso é verdade. E no Público e DN - é mais fácil? Sobre o que realmente é importante?  Sem servilismos partidários? Em português decente? E sobre o que se passa na Europa, nos EUA, em África, no Médio Oriente, na Ásia? Qual o jornal português que nos informa sem preconceitos ideológico-partidários? Pelo menos nessa área ficamos mais bem servidos com o ABC... 

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  12. O Diário de Notícias, na 4ª feira, a propósito da redução do vencimento de Juan Carlos, comparava os custos da casa Real Espanhola, com o vencimento do presidente Cavaco, quando o elemento comparável é a presidência e Casa Civil. Quando não é ignorância é atrevimento. 


    Dos diários generalistas, o menos mau nestes dias ainda é o i. 

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  13. A melhor estratégia é deixá-los em paz. Se for o caso, o tédio bem pode ajudá-los a encontrar o prazer de uma leitura - ou não?

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  14. Veja a coisa pelo lado positivo. Se for surpreendido numa casa de banho sem papel hogiénico, pode limpar-se à maioria deles porque a qualidade das tintas é cada vez melhor... já não borratam! 

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