É hoje difícil encontrar alguém que não afirme saber, de um saber sem dúvida, o que o Estado deve (ou não deve) fazer, o que deve (ou não deve) regular, que igualdades deve (ou não deve) promover, que fins deve (ou não deve) perseguir, e por aí adiante. (...) Na cabeça de um político, uma teoria geral, tornada ficção útil, é quase sempre meio caminho andado para a catástrofe.
Paulo Tunhas jornal i
Sem comentários:
Enviar um comentário