Trata-se da mais democrática das questões: desde que possuo entendimento que me lembro de a ouvir, da boca do governante à do médico passando pela da senhora da padaria ou do taxista. Ao “isto” da pergunta aplicam-se indiscriminadamente as principais aflições da existência, como sejam a doença, o custo de vida, as alterações climáticas, a irreverência juvenil e o já famoso fim de regime. A resposta pode ser bem cruel.
ResponderEliminarIsto anda pela hora da morte, e não me lembro de altura em que tão apropriada a expressão tenha sido.
Pasma-se com a mentira, a desvergonha e o descaramento instalados.
Por exemplo, a história das casinhas do primeiro que temos, dos medicamentos unidose, do TGV Porto-Vigo que tanto é para adiar como para fazer imediatamente, do que se tem passado numa comissão onde cada um mente mais que o anterior, dos casos de bullying que afinal não são nada, de pais que matam filhos pequenos, dos intermináveis episódios de pedofilia, de assaltos à luz do dia e de cara descoberta, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc...
Como por aí se diz a cada passo, não há palavras...
Está bem João Távora, a minha avó também dizia isso.
ResponderEliminarAchas que estás a ficar velho?
Senhor João Távora, no seu post já tem a resposta, é evidente que brevemente viveremos tempos interessantes, pois como muito bem escreve aproxima-se o fim do regime que é exactamente onde "isto" vai parar.
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