Foi tão condescendente quanto carinhosos o veredicto que o meu filho pequenote sentenciou ontem a mãe (logo ontem): “tu não és o meu pai!”. Este fenómeno de idolatria, acontece tanto para meu deleite quanto para mal dos meus pecados: o miúdo nutre por mim uma profunda admiração, assim uma espécie de complexo d’ Édipo ao contrário, que sei bem um dia se vai virar contra mim. Mas por agora tudo o que eu faça ou não faça, significa para ele sempre pouco menos do que um acto heróico. Também sei quanto ele detesta o meu trabalho, os meus livros sem figuras, os meus discos de música “chata” e em especial o computador portátil que é afinal maior ameaça às nossas brincadeiras. Uma irresistível canseira a gozar enquanto dura.
João, tenho a certeza de que essa «idolatria» não vai virar-se contra si. Apenas, com o crescimento do seu filhote, vai tender a manifestar-se de uma forma mais contida e discreta… para compensação da mãe. ;-D
ResponderEliminarÉ mais que isso Luísa: ele vai ter que ajustar as expectativas à realidade... só isso! :-)
ResponderEliminarCaro João de Távora, já viu se fosse advogado, nem tinha a possibilidade de passar com ele o fim-de-semana.
ResponderEliminarTenho uma ideia para um post, quem é o legítimo rei de Portugal (a Maria da Fonte, também deve apoiar a ideia), por mim digo que é o descendente directo de D. Jorge de Lancastre, único filho de el-Rei D. Jopão II, pelo menos aquele que D. José I de Bragança não assassinou barbaramente...
Caro Rés
ResponderEliminarE se por um acaso do destino, fosse médico, nem o Natal passavam juntos.
A questão da sucessão de Dom Jorge de Lencastre, já foi falada, por aí.
Mas desconheço, se alguém chegou a alguma conclusão.
À perseguição de D. José, escaparam dois personagens misteriosos:
Um suposto criado do 8º Duque de Aveiro, que teria deformado o rosto queimando-o com vitríolo, e fugido para Londres.
E Frei Lourenço, que fundou no Brasil o Convento do Caraça, na Serra do Espinheiro, em Minas Gerais.
Curiosamente, Frei Lourenço era um homem muito rico, e quando faleceu, em 1818, deixou toda a sua fortuna ao Rei D. João VI, que terá atribuido uma mesada ao suposto filho do 8º Duque de Aveiro, D. Martinho Mascarenhas, que fora libertado da prisão após a morte de D. José.
Aliás com Frei Lourenço, partiram para o Brasil, vários dos acusados no Processo dos Távoras, que tinham conseguido fugir.
O que terá sido muito útil a Dom João VI, quando teve também ele que partir para o Brasil, na altura em que a Máfia francesa, invadiu Portugal.
A Zona do Caraça, é agora uma reserva Ecológica, onde ainda existe o Lobo-Guará.
O Lobo-Guará, que Darwin encontrou quando chegou ás Falkland, e que apesar das suas laureadas Teorias, nunca percebeu como ali chegara.
Pois é Rés!
Darwin não percebeu! Nem poderia.
Este Processo dos Távoras, é assim uma espécie de fotocópia do Processo do Duque de Viseu, Dom Diogo de Lencastre.
E o Lobo-Guará, é como o Cão de Água, Bo Obama!
Que mentes mais complicadas!
E que trabalheira nos dão agora, para deslindar tudo.
Se o Caro João Távora, tiver paciência para fazer o post, presinto que iremos ter uns tempos animados.
Maria da Fonte