terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Direito de lutar

 


(...) Para os paladinos desta lei (do casamento entre homossexuais) - os bloquistas - trata-se de dar mais um golpe na "sociedade judaico-romana-cristã" e na civilização tal como ela é, aplicando-lhe outro cliché do seu construtivismo permissivo. Em democracia têm o direito de o fazer. E quem não quer tem o direito de lutar, por todos os meios legais, para que tal não aconteça.


 


"O sentido de uma recusa" por Jaime Nogueira Pinto, jornal i na integra aqui


 

3 comentários:

  1. Pelo menos assumem o seu objectivo, destriuir a civilização ocidental, já agora vamos vê-los a apoiar a invasão do Al-Andaluz (pelo menos até perceberem que o Alcorão também proibe a homossexualidade e demais práticas degeneradas).

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  2. Mas ....se está bem legalizar a união gay...então também está bem o casal gay poder adoptar, perfilhar...não é?

    O legislador bloquista ou xuxa que me explique qual o motivo que permite uma situação e proibe a outra...
    Ou isto é mais uma portugalidade...?

    Educadinha

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  3. A manifestação de sábado foi, muito naturalmente esquecida ante a tragédia da madeira, na hora dos noticiários.

    Não tira haja sido uma grande demonstração de que, sem esferográficas, autocarros fretados e bonés, ainda seja possivel reunir uma apreciável multidão em torno de uma convicção comum.

    Ainda assim, o destino está traçado. O casamento homo vai para a frente. Se não agora, mais tarde um pouco..

    É o próprio Estado que o quer, ainda que muitos politicos sejam pessoalmente contra.
    E é a incultura, a ignorância, o parolismo dos portugueses que o querem também. Porque é moderno, porque «lá fora» já é assim. É o que vemos em qualquer entrevista de rua na TV: «eu não tenho nada contra» dizia a menina que desfilava numa das «escolas» do carnaval de Ovar, ainda por cima caricaturando úma mulher à procura de uma «marida» (sic).

    É pena mas é assim. E onde discordo com o meu amigo Réspublica é na posição a tomar pela Igreja (de que ambos fazemos parte): desabrida, no entender dele; muito prudente, no meu. só para não ver os fieis afastarem-se cada vez mais.

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