E eu a pensar que o facto de não ser americano me livraria de assumir uma opinião sobre os candidatos presidenciais. Já não há saco para a forma primária, tendenciosa, maniqueísta, como a maioria dos painéis das tvs debatem o tema as eleições americanas sem contraditório. A comunicação social há muito que deixou de ser pluralista, de falar para as pessoas normais, fala só para uma bolha cada vez mais pequena de virtuosos convertidos nem sei a que religião.
Alguém que lhes diga que os EUA não estão à beira do fim e muito menos o mundo irá colapsar se Trump ganhar.
segunda-feira, 4 de novembro de 2024
O meu pesadelo americano
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É o que se pode esperar da pior profissão.
ResponderEliminarDe facto. Há dias, e creio que até na RTP, onde se pressupõe haver mais equidade, falava-se da Kamala e conversava-se com eleitores apoiantes, sobretudo mulheres. Não percebi qualquer contraditório pelo que o outro lado não foi tido nem achado. Um tempo de antena da respectiva candidatura não teria feito melhor.
ResponderEliminarCarnaval com fantoches disfarçados de jornalistas
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ResponderEliminarA imitar a americana. Aquilo não é propriamente isento...
ResponderEliminarOs mais susceptíveis estão literalmente a ficar doentes com angústia induzida.
ResponderEliminarAs autoridades sanitárias bem podiam pôr cobro à intoxicação do público.
Mais uma importante derrota para o jornalismo ocidental.
ResponderEliminarProfissão na mão de activistas de esquerda e pessoas que vivem numa bolha cultural minúscula onde os assuntos que lhes interessam contam-se pelos dedos de uma mão.