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A esquerda precisa da permanente reposição de níveis de miséria e insegurança na cidade para acalentar o sonho da revolução. Já a direita não dispensa os migrantes pois não têm melhor bode expiatório para justificar a sua impotência perante o deslaçar da comunidade pelo extremo individualismo. O centro, empurra os problemas, na verdade irresolúveis, com a barriga. Certo é que o caminho da decadência no Ocidente parece inexorável.
Um bom exemplo de como se pode dizer muito em poucas palavras.
ResponderEliminara decadencia do ocidente é inexoravel??
ResponderEliminara decadencia do ocidente é um facto!!
e nem sequer novo...
já os Kraftwerk ( por exemplo) a cantavam nos 70`´s...(europe endless)
Quando não existe vontade/coragem política para implementar as medidas correctas, resta a pressão financeira que mais cedo ou mais tarde irá orientar as medidas no sentido correcto.
ResponderEliminarPor exemplo, Pinócrates todos os dias ia desgraçando o país e conseguiu isso durante 6 anos, até deixar de haver financiamento externo, ou seja, ou optava por governar sem dinheiro para pagar remunerações para os funcionários públicos e pensões e aposentações para os reformados e aposentados. Também não existiria dinheiro para pagar a água, energia, gás, telefones, etc dos serviços públicos, ou seja, o país iria paralisar. Felizmente, Pinócrates demitiu-se. Entrou a Troika que foi implementada por PPC que se limitou a governar à vista sem implementar reformas estruturais.
Continuando
ResponderEliminarNa Coreia do Norte, não queriam implementar as medidas correctas e durante os anos 90 mais de 20 milhões de norte-coreanos morreram à fome.
Já na antiga URSS, durante décadas implementaram o comunismo até que a pressão financeira foi tão grande que o país simplesmente implodiu.
Na Venezuela, os eleitores em 1998, optaram livremente pelo caminho da pobreza, miséria e fome elegendo Chavez; ora tiveram o que escolheram, muitas dificuldades, muita pobreza e alguma fome tanto que tiveram que fugir muitos do país.
Na Grécia, os eleitores idiotas escolheram um governo do Syriza (comunas), o governo lá se demitiu porque ninguém queria emprestar um cêntimo para esses malucos. O Governo seguinte lá teve que implementar as medidas no sentido correcto.
Por cá, os eleitores, volta e meia, escolhem o caminho para a pobreza votando no PS e outros partidos de esquerda: o país definha, os jovens emigram, o interior desertifica-se, a droga anda à solta pelo país, etc.
ResponderEliminarNa Coreia do Norte, não queriam implementar as medidas correctas e durante os anos 90 mais de 20 milhões de norte-coreanos morreram à fome.
Já na antiga URSS, durante décadas implementaram o comunismo até que a pressão financeira foi tão grande que o país simplesmente implodiu.
Na Venezuela, os eleitores em 1998, optaram livremente pelo caminho da pobreza, miséria e fome elegendo Chavez; ora tiveram o que escolheram, muitas dificuldades, muita pobreza e alguma fome tanto que tiveram que fugir muitos do país.
Na Grécia, os eleitores idiotas escolheram um governo do Syriza (comunas), o governo lá se demitiu porque ninguém queria emprestar um cêntimo para esses malucos. O Governo seguinte lá teve que implementar as medidas no sentido correcto.
Por cá, os eleitores, volta e meia, escolhem o caminho para a pobreza votando no PS e outros partidos de esquerda: o país definha, os jovens emigram, o interior desertifica-se, a droga anda à solta pelo país, etc.
O imigra é um bode tão bom quanto o judeu, o cigano, o gay ou o banqueiro. Reconhecidamente, o melhor modo de reunir tropas é encontrar um inimigo.
ResponderEliminarInfelizmente a sociedade foi tomada por dois grupos ruidosos, que encontram nas redes pasto, bem financiados, com a agravante da cs dita convencional, que vive a queixar-se das redes, tomar a mesma direcção.
Ja não interessa a ciência ou a opinião, apenas ser contra ou a favor.
O ocidente nunca poderá escapar ao eclipse anunciado pelo simples facto do inverno demográfico que veio para ficar e que tenta combater com a importação de milhões de pessoas a quem não consegue assimilar/integrar por variadíssimas razões. Portanto, o ocidente não só se tornou um lar de terceira idade como se prepara para ser um barril de pólvora social. Talvez os EUA se aguentem mas a Europa é para esquecer, tomada que foi (ou vai sendo) pelo socialismo que atua como um acelerador da desgraça anunciada.
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ResponderEliminarE o caminho para a decadência é inexorável, de facto... A Esquerda está apostada em destruir a sociedade capitalista e liberal, e está cada vez mais perto de o lograr. A Direita, assustada, vocifera e esperneia, mas não sabe o que fazer. A populaça, essa, está já sob uma narcose marxo-ambientalo-woke, da qual já não recuperará. A questão agora está em saber quanto tempo ainda até ao colapso final das sociedades ocidentais...
Nem mais. As pessoas que pensam diferente de nós, passaram a ser inimigos, negacionistas, fachos, comunas, etc, etc e, portanto, não devemos sequer perder tempo a ouvi-las de modo a se encontrarmos pontes, ou a procurar a verdade na ciência mas sim a ridiculariza-las e humilha-las e a engolir tudo o que a liderança da nossa "claque" diz que é a verdade, por mais absurda que essa verdade que possa parecer e ser. O resultado só poderá ser catastrófico, é uma questão de tempo.
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ResponderEliminarQuando ouço ou leio "Sócrates" penso imediatamente "lá vem asneira". Algo semelhante era exposto num cartoon americano de 2016 onde, perante o excremento que aparece na sala, os pais olham para o filho, este aponta para cão que aponta para o gato e o gato aponta para o papagaio, que exclama: "Putin did it! Putin did it!".
Mas olhe-se, a título de exemplo, para este gráfico de evolução da dívida pública alemã: https://tradingeconomics.com/germany/government-debt .
Será que Sócrates também estava no governo alemão entre 2008 e 2012, quando a dívida alemã dispara de 150 para mais de 200 "ziliões" de Euros?
Olhe-se agora para este outro gráfico onde aparecem curvas de dívida pública, expressas em percentagem do PIB, de vários países: https://www.imf.org/external/datamapper/CG_DEBT_GDP@GDD/CHN/FRA/DEU/ITA/JPN/GBR/USA .
Será que "exportámos" Sócrates para Itália, cuja dívida se situava em 2022 em 140% do PIB? Ou será que Sócrates tem estado no Japão desde longa data e por isso a sua dívida já ultrapassou 200% do PIB?
ResponderEliminar(continua)
(continuação)
ResponderEliminarAs suas premissas até podem não ser inteiramente correctas, mas "
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ResponderEliminar-Errado a esquerda precisa de problemas para se sentir viva. Sem problemas não há esquerda.
Na Alemanha esteve Merkel, uma alemã nascida em Hamburgo mas que viveu quase toda a sua vida na antiga RDA; Merkel era uma comunista; Não só aumentou o défice na Alemanha como implementou a política do salário mínimo em 2015 o que vem minando a economia e a sociedade alemãs.
ResponderEliminarOs habituais défices orçamentais são habituais, ou seja, a pressão financeira irá continuar a aumentar, seja aqui ou onde essa política continue.
Os défices orçamentais sempre implicarão em mais impostos e com o recente rearmamento do Ocidente a pressão financeira irá aumentar substancialmente mais rápido.
Caso não haja vontade/coragem política para implementar as reformas estruturais (pega de caras), seguir-se-ão os ajustes (pega de cernelha) à medida que a pressão financeira for aumentando.
Quando existe um acumular de pessoas idosas, a tendência óbvia é para o seu rápido desaparecimento, ou seja, haverá um rápido rejuvenescimento, independentemente da eventual descida do número de habitantes.
ResponderEliminarVendo a pirâmide etária japonesa, poderemos perceber que muito rapidamente o Japão irá perder 20 milhões de habitantes muito rapidamente devido à velhice, ora ainda restarão outros 100 milhões que terão menos concorrência por recursos.
A política de imigração é uma política com o objectivo de destruir o país (e outros países que acolhem esses imigrantes) e só é possível de ser combatida com muita vontade/coragem política, seja das pessoas individuais, empresas, políticos, governos. Obviamente que em todo o lado estão os defensores da destruição dos seus próprios países.
O que é preciso fazer é extremamente simples, fácil e barato e, apenas depende da vontade/coragem política para implementar reformas estruturais a começar, repito, a começar pela abolição do salário mínimo, liberalização dos despedimentos e abolição dos descontos seguindo-se outras reformas estruturais.
ResponderEliminarTrump, se voltar à Presidência (será extremamente difícil) já disse que promoverá a maior deportação de ilegais de sempre, ora isso, apenas da vontade/coragem política para ser implementado. Sei que ele tem essa coragem, mas não chega, pois após a sua eventual presidência as coisas deverão voltar à mesma, pois sem a implementação de reformas estruturais que defendo tudo será passível de ser revertido.
Há aqui, desde logo, uma "diferençazita": eu mostro gráficos e números que provam que as suas afirmações não têm correspondência com a realidade; do seu lado persiste em atirar-me com "reformas estruturais", algo que ninguém, honestamente, sabe o que é, não passando de chavão para consumo das manadas de votos.
ResponderEliminarMas abstraindo disso (e da ex-Chanceler alemã Merkel ser comunista ...). Depois da revogação em 1999 do Glass-Steagall Act que vinha de 1933, no rescaldo da Grande Depressão, era óbvio para algumas pessoas que uma crise semelhante haveria de surgir.
Banking Act of 1933 (Glass-Steagall)
https://www.federalreservehistory.org › essays › glass-ste...
by J Maues · Cited by 35 — The bill was designed “to provide for the safer and more effective use of the assets of banks, to regulate interbank control, to prevent the undue diversion of ...
Mas não tenha ilusões. Desde o advento da globalização o chamado mundo ocidental tem estado a empobrecer. E vai continuar até os fluxos líquidos de capitais deixarem de ser favoráveis ao mundo oriental. O mundo ocidental está desindustrializado, cada vez mais, e falido. Não será a crescente financeirização da economia que o vai salvar.
Depois da ironia, a realidade continua e a pressão financeira é cada vez maior, ou seja, só resta a implementação de reformas estruturais ou "cernelhadas" intensamente suaves à medida que a pressão financeira aumentar.
ResponderEliminarQuando a pressão financeira aumenta, o governo corta aqui, depois corta ali, depois corta acolá, aumenta uma imposto aqui, uma taxa ali, outro imposto acolá.
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