sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Um apoio de peso

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Ao país, neste momento, convém uma maioria à direita do PS. Não uma maioria qualquer, mas uma maioria reformista em que sejam fortes – não apenas em deputados, mas em votação — partidos que não suscitem ao PS expectativas de acordo ou de cumplicidade, e que além disso justifiquem confiança como parceiros de um governo estável. Falei em “partidos”, no plural. De facto, nessas duas condições há apenas um: o CDS de Francisco Rodrigues dos Santos.

3 comentários:


  1. Eu diria que a Iniciativa Liberal também satisfaz as duas condições:
    (1) Justifica confiança como parceira de um governo estável.
    (2) Tem afirmado repetidamente que não terá com o PS cumplicidade nem acordo.
    Logo, parece-me que o raciocínio de Rui Ramos está incompleto.
    Mas também, para quem apoiou a invasão do Iraque, não me surpreende.

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  2. O PS já perdeu!  Tenho a certeza disso pelo tom menos reverente dos jornalistas nas entrevistas ao dr. Costa.

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  3. Só lamento viver num distrito em que o voto CDS seria um voto perdido. Pena que não tenhamos um sistema semelhante ao dos Açores ou, melhor ainda - é fantasia, eu sei - um sistema em que se pudesse votar negativamente. O eleitor escolhia entre o voto positivo (X no quadrado) ou voto negativo (X no símbolo do partido). Tendo eu sido um abstencionista convicto, isso ter-me-iia levado às urnas.


    Quanto ao primeiro comentário, o do profícuo, multi-plataformas e semi-profissionalizado comentador "balio" não é de estranhar pois não são muitos os que sabem o que ficou para o mundo de Bretton Woods depois da inconvertibilidade do dólar e, de facto, o motivo da invasão do Iraque que era não só justificada mas imprescindível.
    À cautela confirmo que a execução, antes e depois da acção militar, foi desastrosa, desde a alegada existência de armas de destruição maciça - um péssimo pretexto público congeminado pela CIA e nem sequer convenientemente passado - e sobretudo a destruição da administração iraquiana, condenando o Iraque a ser um estado falhado, palco de uma guerra civil inevitável e um dos grandes criadores da Al-Qaeda.
    Qualquer pessoa mesmo conservador de direita e militante do ocidentalismo, tem de condenar a acção das administrações americanas no Iraque após a invasão, mas só pessoas informadas podem perceber a necessidade da invasão.

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