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No centenário da "Revolução Nacional"
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Sem outros comentários aqui fica o link da citação porque o do post não conduz a lado nenhum:
ResponderEliminarhttps://monarquia-lisboa.blogs.sapo.pt/caminho-interior-101710
Agora com comentários, não há qualquer dúvida da perversidade não dos ciclos eleitotorais, que é suposto existirem, mas das cabeças anãs onde ecoam com o habitual chorilho de obras por esse Portugal profundo fora antes das eleiçoes autárquicas.
O problema não é dos ciclos eleitorais, noutros países nunca o foi, o problema é das tais cabecinhas burras, umas mais de alfinete do que outras, mas que na generalidade perpetuam essa falta de visão, essa desonestidade flagrante de pautarem a sua actuação em função de tais ciclos, como se tudo se esgotasse neles.
Corrigido o link. Obrigado pelo alerta.
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ResponderEliminarÉ uma concepção muito romântica da forma de se governar o país. Não existe nenhuma visão integral de país, ninguém é capaz de servir o país e as suas gentes com dedicação. Ninguém tenha ilusões nem lirismos, porque, na verdade, ninguém quer saber deste país! Para os governantes o país é um grande Ausente.
O problema de Portugal é que os cargos políticos são uma fonte de rendimento para quem os ocupa. E como tal, todos fazem o possível por se perpetuar... no emprego. Tão-só. O recurso ao estratagema das autarquias mostrarem obra coincidindo com os ciclos eleitorais já é um clássico. E um vício e um abuso. Mas isso vai ao encontro da maneira de funcionar dos "tugas" crédulos que, infelizmente, têm dois problemas crónicos : memória curta e vistas ainda mais curtas. Logo, os autarcas só têm que saber como explorar esta incapacidade de não conseguirem reter nada para além das últimas imagens.E viva a democracia que passa ao lado!