quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Arrepiante

40483124_an_afghan_woman_clad_in_burqa_veil_begs_wA indisfarçável satisfação pela capitulação americana no Afeganistão manifestada pelo bloco e pelos comunistas, mostra bem o "amor" pelos direitos humanos que nutrem estes partidos de quem o governo de António Costa está refém.


Arrepiante, não é?

17 comentários:

  1. A arrepiante satisfação com a invasão de um país sob falsos pretextos para lhe impor um governo que seja favorável aos invasores dá uma boa ideia do que a direita pensa da democracia.
    É como a anedota do Solnado: Queiras ou não queiras este é o governo que democraticamente escolheste.
    A gaita é que não se encontraram afegãos dispostos a concordar com a democracia que lhe trouxeram na ponta das espingardas. Obscurantistas!
    A solução é bombardear aquilo até aceitarem os direitos humanos.

    ResponderEliminar
  2. a gringa pr harris do falicido eua e suas acompanhantes

    ResponderEliminar
  3. Na violação dos direitos humanos qual é a diferença entre o Afeganistão e a Coreia do Norte?
    Porque é que um regime é tolerado e o outro é chocante?
    E porque é que as afegãs nos países livres insistem em andar de burca?
    Há muita coisa que é chocante e se quisermos ser sérios temos de apontar os defeitos a todos e não só a alguns.

    ResponderEliminar
  4. Não são somente os direitos do homem que são importantes. A autodeterminação dos povos também o é.

    ResponderEliminar
  5. Vá dar banho ao cão Carlos! Decerto não tem mulher e filhas.

    ResponderEliminar
  6. Não vi em lado algum o Bloco de Esquerda a congratular-se pela tomada de poder pelos talibans. 
    Mas sou suficientemente idoso para me lembrar de aplausos quando a União Soviética retirou retirou as suas tropas para ser substituída por forças talibans equipadas com armamento americano.

    ResponderEliminar



  7. https://toranja-mecanica.blogspot.com/2021/07/nao-ha-palavras-que-consigam-descrever.html

    ResponderEliminar
  8. Sinceramente não se consegue perceber exactamente de que lado está, nem o que defende... Mas creio que é falha minha, porque de certeza entendi mal, ninguém pode estar do lado contrário ao dos Direitos Humanos como aqui à primeira vista me pareceu! Sobretudo depois de, em todo o mundo civilizado, se Saber e Ver como «NÃO» vivem as mulheres às mãos daqueles bárbaros, que as violam e as casam à força aos 12 anos com os seus carrascos. (A propósito: onde páram as do "me too"?). Sabia que os talibãs, antes desta modesta tentativa de democracia, decretaram que era proibida qualquer manifestação de alegria, como cantar, rir, ou simplesmente ouvir música? Sabe qual era a punição para esses "criminosos prevaricadores" que não obedeciam?


    Olhe bem para a imagem do post:  por debaixo daqueles tenebrosos e humilhantes trapos desbotados, provavelmente naqueles breves instantes em que se deixaram fotografar, estas mulheres devem ter cometido o seu maior "excesso" do dia, um gesto subversivo e talvez o único momento de satisfação do dia.  E sim! mil vezes sim _  ao menos que seja por Elas, pelas crianças e pelas futuras gerações _ não me incomoda nada que se "imponha"  a Democracia. E se esses obscurantistas não a entendem, pois que seja "na ponta das espingardas",  "quer eles queiram quer não" (como V. diz).
    E discordo frontalmente de si: Se estas excrescências bárbaras do séc. XXI não estão "dispostos a concordar com a democracia", porque são de compreensão lenta (não duvide), então não há tempo a perder e, em situações excepcionais, a solução também deve ser excepcional, isto é,  actuar-se com urgência, sem falinhas mansas e intervir à força e à bruta se necessário, "até aceitarem os Direitos Humanos".  Para estes casos, onde a comunicação é "difícil", defendo que se deva usar uma  "linguagem gestual"  semelhante ao do nosso interlocutor, se queremos que eles nos entendam...

    CR

    ResponderEliminar
  9. Esqueci-me de acrescentar que nada disto tira o sono a António Costa, o que é tão "Arrepiante" como a imagem.
    CR

    ResponderEliminar
  10. Arrepiante a imagem Degradante o Costa.

    ResponderEliminar
  11. Então mas essa intervenção urgente é só feita agora no Afeganistão, ou vamos intervir em todos os países onde haja violação dos direitos humanos; nomeadamente Coreia do Norte, Rússia, China, Cuba, alguns estados da América, e alguns países em África?
    A sua indignação está correcta, mas já reparou que os talibans retomaram o poder com a ajuda de países ditos civilizados?
    Não acha que a história está um bocadinho mal contada?

    ResponderEliminar
  12. Sinceramente não se compreende como acredita em tudo o que lhe contam. O regime talibã é execrável mas não é por isso que o país tem sido pasto de invasões  e de guerras por procuração. Nem poderia ser, pois isso implicava invadir muito mais países. Tem a memória curta mas os pretextos para a invasão de 2001 não foram os direitos humanos mas sim a captura de Bin-Laden, que já aconteceu há anos sem que ninguém retirasse.
    Quanto à ideia de matar pessoas com bombas a partir de drones ou aviões  é a maneira de fazer respeitar os direitos humanos, só pode vir da cabeça de quem não  faz sequer ideia do que sejam direitos humanos.
    Quem decide o que é correto e incorreto? A nossa direita trauliteira?
    E quem faz o papel de Deus decidindo quem morre e quem vive? Indivíduos com  a brilhante inteligência de Bush e Trump? Talvez a  nossa direita folclórica
    E quem paga aos soldados que estão no terreno? Os senhores da guerra com dinheiro da venda da heroína?
    Após vinte anos e milhares de mortos o melhor que a NATO consegue é fugir de um bando de barbudos com o rabo entre as pernas. É caso para perguntar como está a ser gasto o dinheiro nesta organização.

    ResponderEliminar
  13. As "esganiçadas" ( vénia a Pedro Arroja ) já se pronunciaram?...
    JSP

    ResponderEliminar
  14. E a opção que causa menos danos!

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...