
A Cruz é sinónimo da libertação: a dor olhos nos olhos, sem resistência à angustia, à dúvida, à incompletude. A outorga da soberania. O desprendimento de nós face a grandiloquência do desconcertante destino torna-se afinal o vislumbre de um lugar de paz interior, de recomeço. A verdadeira revolução que concede a tranquilidade ao Homem, capaz de amar o outro como a si mesmo, capaz de amar o seu inimigo, assumir a sua cruz que materializa as suas dores e inquietações (ainda há gente inquieta?). A pacificação com o Criador – a irmandade em Jesus. A morte que resulta em Vida, no homem Novo. A cruz é a noite escura de nós que afinal nos faz inteiros, livres do nosso precário personagem, hoje mesmo. A beleza da cruz partilhada com Cristo. Aprendamos a não fugir dela, então e preparemo-nos para a Páscoa redentora que se anuncia.
Texto recuperado, editado e adaptado.
Uma Santa Páscoa, João Távora!
ResponderEliminarmt
Desejo uma Santa Páscoa e a toda a Exma. Família, e a todos que vêm a este Blog.
ResponderEliminarTransformar a fé das Pessoas num facciosismo partidário, dominado pela má interpretação de Deus feita pela Igreja Católica, como se tratasse de um acto de propaganda, só afasta, divide e instiga ao ódio. A Igreja Católica não se actualizou, e tem vindo a errar cada vez mais, na interpretação do significado da Ressurreição e vida humana pós-morte.
ResponderEliminar