
(...) É inequívoco que a Monarquia tem procurado adaptar-se às novas circunstâncias – para permanecer relevante e útil a uma sociedade em que muitos procuram mostrá-la como desajustada.
O Príncipe de Gales tem sido o líder desse objectivo de modernização e de adaptação à nova realidade, como qualquer análise séria e descomprometida permitirá verificar. Tem-no feito, contudo, sem evitar os temas difíceis.
A utilidade que procurou dar ao lugar que ocupa foi a resposta a um certo vazio funcional da sua posição. Sem fazer sombra à Soberana, procurar servir o povo britânico e cumprir a divisa que acompanha o seu título: Ich dien (Eu sirvo). Maquiavel ficaria desiludido.
A ler o artigo completo aqui.
a Comuna de Lisboa:SERVE-SE
ResponderEliminarEste homem nunca será rei da inglaterra. Tal como seu tio eduardo 8o perdeu-se por umas saias.
ResponderEliminarNão é inocente a visão que a Netflix apresenta da monarquia e não só, em "The crown".
ResponderEliminarhttps://observador.pt/opiniao/the-crown-uma-manipulacao-grosseira-sobre-thatcher/
Lembro-me muito bem do quão gozado foi quando começou a falar publicamente sobre ambiente e conservação da natureza. Que era inútil, que era um tolinho, que não interessava ... Deve ter sido por volta de 1991/2.
ResponderEliminar
ResponderEliminarpodem ler , para confirmar
file:///C:/Users/UTILIZ~1/AppData/Local/Temp/Maquiavel-O-principe.pdf
Se alguém fez pela monarquia foi o Rey Juan Carlos ( e a Rainha Sofia) e é completamente injusto avaliarem toda a sua vida pelo fim. Gostava de gaijas , que é que se há-de fazer? já o filho ? esperemos para ver como reage em crise.