segunda-feira, 5 de outubro de 2020

5 de Outubro outra vez...



república.jpg


"As comemorações da República têm de falar desses crimes. Eles foram cometidos sob a batuta de uma das figuras mais sinistras da nossa história. Graças a Afonso Costa e aos seus apaniguados organizados em milícias de malfeitores, a Primeira República, activamente respaldada pela Carbonária (e, mais tarde, por uma confraria de assassinos chamada Formiga Branca), nunca recuou ante a violência, a tortura, o derramamento de sangue e o homicídio puro e simples. Instaurou friamente entre nós o pragmatismo do crime. Institucionalizou a fraude, a manipulação e a batota generalizadas em todos os planos da vida portuguesa. Manipulou e restringiu o sufrágio, excluindo dele os analfabetos, as mulheres e os padres. Perpetrou fraudes eleitorais sempre que pôde. Perseguiu da maneira mais radical e intolerante o clero católico, por vezes até ao espancamento e à morte. Levantou toda a espécie de obstáculos ao culto religioso e à liberdade de consciência. Cometeu as mais incríveis violências contra as pessoas. Apropriou-se do Estado, transformando-o em coutada pessoal do Partido Republicano Português"



 



Vasco Graça Moura 5 de Outubro de 2010.

3 comentários:

  1. agora o socialismo em vez de deixar criar riqueza especializou em corrupção e fecho da economia
    a pandemia serve de desculpa

    ResponderEliminar

  2. Boa parte destes males que são (corretamente) atribuídos à Primeira República teriam ocorrido, de forma mais ou menos similar, se o regime tivesse permanecido monárquico. A não ser que a monarquia se tivesse transformado em ditadura, como no caso de João Franco.
    O mal não estava no regime ser republicano ou monárquico, o mal estava na miséria do povo.

    ResponderEliminar
  3. Ah! então é esta a ética republicana com que enchem a boca estes jacobinos ! 
    Entendi...

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...