A história da gravação pirateada ao Expresso está muito mal contada e o assunto carece de urgente esclarecimento - é o que se depreende do comunicado do jornal. Sobre a substância, eu diria que a nenhum dirigente de direita passaria pela cabeça desabafar algo daquele calibre à frente de jornalistas. As liberdades a que António Costa se permite naquelas circunstâncias são também uma denúncia.
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Costa desabafa à vontade. Está entre os seus.
ResponderEliminarSolnado
ResponderEliminarÉ, realmente, uma falta de respeitinho. É preciso respeitinho pelos senhores médicos. O respeitinho é muito bonito!
ResponderEliminarSão liberdades entre amigos...
ResponderEliminarNem percebo o mal-estar em que se dão conta pela intimidade. Já todos tínhamos reparado.
"Não váz ao médico" ou, mais precisamente, alguém precisa mesmo de ir ao médico.
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ResponderEliminarEspero bem que TODOS estes salafrários e corruptos resolvam a coisa à moda antiga... duelos até que todos morram!
Mas se há coisa DIVERTIDA é ver esta escumalha a entreter a MANADA de boçais tugas. Só isto já vale uns quantos euros de IMI que o estado me rouba para eu poder USUFRUIR DO DIREITO À HABITAÇÃO!
Tens aí um lapso... Não é "respeitinho pelos senhores médicos", é "respeitinho pelos senhores mérdicos"!
ResponderEliminar"Sei bem, porque fui jornalista em importantes órgãos de comunicação social (como o Expresso), que as conversas em “off” dos políticos, ainda por cima a dizer mal de alguém, e que não abordaram na entrevista ou conversa, nunca eram desabafos de conversa de café. Eram sobretudo uma tentativa de condicionar, amestrar e/ou influenciar a opinião do jornalista. Aqueles segundos nunca eram um acaso, um despropósito… " - Pedro Almeida Vieira
ResponderEliminarO "desabafo" em questão é, no mínimo, muito estranho.
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