Quando houver máscaras disponíveis no mercado passam a ser aconselhadas pela DGS, que já nos tinha avisado que o coronavírus não chegava cá, que depois nos avisou do perigo da "ilusão de segurança" dos testes ao COVID 19 e das máscaras. Obviamente a coisa não era ciência, tratava-se de política. Reparem que não estou a criticar, mas pensem bem quando me quiserem calar com o argumento da "ciência".
Fiquem-se com a vossa fé, que eu sinto-me mais confortado a rezar, e hoje começa a Semana Santa que é uma coisa séria.
domingo, 5 de abril de 2020
Ciência e política
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deviam levar com os ramos nos cornos
ResponderEliminarO uso de máscaras continua a ser recomendado pela OMS sobretudo para evitar contaminar terceiros. Com novos dados que parecem indicar a existência de infectados sem sintomas, ou com sintomas muito ligeiros, e não referenciados, é possível que essa orientação mude.
ResponderEliminarPor cá, não fará sentido tornar obrigatório um bem que não existe em quantidade suficiente.
Também será preciso explicar a muita gente que usa esse bem escasso que não adianta desperdiçá-lo usando-o para passear o cão em ruas desertas, ou deixar o nariz de fora, ou puxar para o lado para fumar.
Quando houver máscaras disponíveis no mercado passam a ser aconselhadas pela DGS
ResponderEliminarFaz todo o sentido, e é boa política. Não se vai aconselhar as pessoas a usar algo que não está disponível no mercado - não faz sentido.
Da mesma forma que a DGS manda as pessoas lavar as mãos com sabão - que está disponível no mercado - e não desinfetá-las com álcool - que está indisponível.
eu sinto-me mais confortado a rezar
ResponderEliminarÉ um facto. Como alegadamente disse Freud, "quando o viandante canta no escuro, nega o seu temor, mas nem por isso vê mais claro". Portanto, o João Távora fica confortado rezando, embora não fique mais seguro.
Há sempre a alternativa (extremamente original) de falar verdade. O governador do Nova Iorque disse, com todas as letras, que sim, o uso de máscaras cirúrgicas era importante para evitar ou contágio, mas que o número delas não era suficiente, pelo que os cidadão não as deviam comprar, para assegurar que os serviços de saúde e emergência podiam dispor delas. Deviam usar outras máscaras ou até lenços.
ResponderEliminarAcho que uma máscara protege de dentro para fora e de fora para dentro. Portanto , +para mim, será imprescindível. O problema é que não as há.
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