
Coronavírus hoje em Portugal – 2.060 casos, 23 vítimas mortais
Aqui no confinamento os dias começam a ser muito iguais uns aos outros, não inspiram grandes crónicas. A nossa gente está bem, os nossos trabalhos a partir de casa e a gestão das tarefas domésticas começam a tornar-se rotina – a tripulação cumpre as tarefas e adapta-se à nova vida, conquistando os seus recantos de privacidade para sanidade mental de todos.
Tentando olhar mais à frente: desconfio que nos espera um governo do bloco central para gerir a crise. Não é preciso ser muito imaginativo para adivinhar o que aí vem quando voltarmos à rua e o centro político em protesto tiver mudado de posição. O regime como o conhecemos vai ter de se segurar ao parapeito, e isso é uma coisa boa.
Não nos falhe o ganha-pão, que por cá temos muita literatura e boa música.
ResponderEliminarA fraseologia usada é de XYZ casos. Mas o que se contabiliza, oficialmente, no ocidente são os números de análises positivas para parte do genoma do SARS-CoV-2.
Numa atitude que é de pura política e que nada tem de científica, vai-se vendendo a ideia de catástrofe.
Pode-se pensar quem é que vai ganhar milhões de milhões com este teatro. Há muitos nomes 'grandes' nesta encenação. Quem os desconhecer que pesquise.
AO = anónimo alcoólico
Um governo de bloco central faz todo o sentido, e já o fazia mesmo antes da pandemia.
ResponderEliminarQuando partidos extremistas adquirem demasiada força, a solução politicamente razoável é um bloco central.
A distância que, politicamente, separa o PS do PSD é menor do que aquela que separa o PS do PCP e do BE. Pelo que, deveria ser mais fácil o PS aliar-se ao PSD do que aliar-se a qualquer outro partido.