
Nesta data em 1993 partia deste mundo o meu Pai, Luís de Lancastre e Távora, que hoje recordo com saudade. Tinha um proverbial mau feitio, é certo. Mas o que ficou da nossa intensa convivência foi uma sua presença muito forte na minha consciência. É com ele que ainda hoje confidencio muitas das minhas pequenas conquistas e derrotas. Quero acreditar que ainda hoje ele está algures onde acompanha nos meus passos. E concorde que as nossas disputas, encontros e desencontros, afinal valeram a pena - foram fruto de um grande amor. Reencontrar-nos-emos um dia, espero.
ResponderEliminarQue Pai tão bonito!
Não quer ser marquês , mas filho de marquês tem de ser Marquês...
quem nos queria Bem nunca morre
ResponderEliminarestá sempre presente
ResponderEliminarO mau feitio — que também me apontam — será, na minha interpretação, a zanga contra uns patetas que pensam ter 'o rei na barriga'. Excluindo as excepções que fazem a regra, estas gentes do cu da Europa nunca foram além do 'reles'.
Abraço do ao