sábado, 22 de fevereiro de 2020

Saudade

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Nesta data em 1993 partia deste mundo o meu Pai, Luís de Lancastre e Távora, que hoje recordo com saudade. Tinha um proverbial mau feitio, é certo. Mas o que ficou da nossa intensa convivência foi uma sua presença muito forte na minha consciência. É com ele que ainda hoje confidencio muitas das minhas pequenas conquistas e derrotas. Quero acreditar que ainda hoje ele está algures onde acompanha nos meus passos. E concorde que as nossas disputas, encontros e desencontros, afinal valeram a pena - foram fruto de um grande amor. Reencontrar-nos-emos um dia, espero.


Esta foi a minha alocução por ocasião da sessão evocativa dos 25 anos sobre sua morte organizada pelo Instituto Português de Heráldica no dia 21 de Fevereiro de 2018.

3 comentários:


  1. Que Pai tão bonito!
    Não quer ser marquês , mas filho de marquês tem de ser Marquês...

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  2. quem nos queria Bem nunca morre
    está sempre presente

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  3. O mau feitio — que também me apontam — será, na minha interpretação, a zanga contra uns patetas que pensam ter 'o rei na barriga'. Excluindo as excepções que fazem a regra, estas gentes do cu da Europa nunca foram além do 'reles'.
    Abraço do ao

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