O Estado, esse grande educador das massas, qual polvo cuja cabeça descomunal reside em meia dúzia de ministérios em Lisboa, consegue saber aquilo que precisar sobre a vida de cada um de nós: onde estamos, o que fazemos, de que padecemos, e (principalmente) o que pagamos... com uma minúcia aterradora. É natural por isso que estejamos dispostos a delegar neles as regras e condições em que nos poderão ministrar uma injecção letal. Com isenção de taxa moderadora.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
Não vos passa um arrepio na espinha?
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Pois, é muitíssimo mais simples PROIBIR que nos ministrem uma injeção letal... corta-se o mal pela raiz!
ResponderEliminarÉ como, para impedir que o Estado saiba como gastamos o nosso dinheiro, proibir-nos de gastar dinheiro...